{"id":1118,"date":"2018-01-17T00:45:03","date_gmt":"2018-01-17T00:45:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=1118"},"modified":"2022-03-04T15:05:21","modified_gmt":"2022-03-04T15:05:21","slug":"osteopatia-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/osteopatia-no-mundo\/","title":{"rendered":"Osteopatia no mundo"},"content":{"rendered":"<p>Frederic Delater DO MRO (Br)<\/p>\n<p>Ol\u00e1!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 com muito prazer que estou escrevendo! A ideia \u00e9 de se encontrar por meio destas linhas para falar sobre nossa profiss\u00e3o e sua evolu\u00e7\u00e3o em todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como \u00e9 a primeira, decidi abordar o mais recente pa\u00eds a reconhecer nossa profiss\u00e3o: Portugal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Historicamente, a osteopatia veio de Portugal, no final dos anos 70, por interm\u00e9dio do Doutor Mario Alberto Borges de Souza, que se formou na \u00c1frica do Sul. Como em todos os pa\u00edses europeus, demorou bastante tempo para demonstrar, al\u00e9m da efici\u00eancia do trabalho do osteopata, o impacto socioeconomico de uma terapia n\u00e3o invasiva, que n\u00e3o promove o consumo de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portugal tamb\u00e9m \u00e9 o cen\u00e1rio da cria\u00e7\u00e3o da AROP (Associa\u00e7\u00e3o e Registro dos Osteopatas Portugueses), que promove o T\u00edtulo de DO em parceria com as associa\u00e7\u00f5es europeias de osteopatia, e a FEOP (Federa\u00e7\u00e3o dos Osteopatas de Portugal). Ambas as associa\u00e7\u00f5es conseguiram em duas etapas o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o em si e a integra\u00e7\u00e3o no sistema de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira etapa foi a promulga\u00e7\u00e3o da lei em 22 de agosto de 2013, que entrou em vigor a partir de 11 de junho de 2015, e permitiu a todos os profissionais titulares de um diploma de osteopatia de se registrar para valida\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo e obten\u00e7\u00e3o de uma c\u00e9dula profissional de Terapia N\u00e3o Convencional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse reconhecimento foi al\u00e9m do esperado, porque o pr\u00f3prio ensino da profiss\u00e3o foi inclu\u00eddo em v\u00e1rias faculdades portuguesas. Mas, como escrito pela FEOP ao concluir sobre esse reconhecimento:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;As lutas profissionais n\u00e3o existem por si, nem os resultados ou m\u00e9ritos s\u00e3o estabelecidos por decreto. Dependem, antes de mais, de pessoas. A responsabilidade de ser titular deste t\u00edtulo Profissional deve ser a inspira\u00e7\u00e3o do presente e catalisador para o futuro da Osteopatia em Portugal&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria da profiss\u00e3o est\u00e1 dando um novo passo, mas, com certeza, as expectativas dos pacientes v\u00e3o aumentar e nosso compromisso deve acompanhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos conseguir vencer essa luta no Brasil!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>At\u00e9 breve,<\/p>\n<p>Frederic<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frederic Delater DO MRO (Br) Ol\u00e1! \u00c9 com muito prazer que estou escrevendo! A ideia \u00e9 de se encontrar por meio destas linhas para falar sobre nossa profiss\u00e3o e sua evolu\u00e7\u00e3o em todos os pa\u00edses. Como \u00e9 a primeira, decidi abordar o mais recente pa\u00eds a reconhecer nossa profiss\u00e3o: Portugal. 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