{"id":1270,"date":"2019-01-10T17:26:52","date_gmt":"2019-01-10T17:26:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=1270"},"modified":"2022-03-16T16:28:52","modified_gmt":"2022-03-16T16:28:52","slug":"tratamento-osteopatico-craniano-em-crianca-com-astigmatismo-um-estudo-de-caso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/tratamento-osteopatico-craniano-em-crianca-com-astigmatismo-um-estudo-de-caso\/","title":{"rendered":"Tratamento osteop\u00e1tico craniano em crian\u00e7a com astigmatismo &#8211; Estudo de caso"},"content":{"rendered":"<p><b>Tratamento osteop\u00e1tico craniano em crian\u00e7a com astigmatismo: um estudo de caso<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Osteopatia est\u00e1 baseada em conceitos s\u00f3lidos de uma filosofia \u00fanica e nos direciona a pensar no corpo como uma unidade, onde podemos buscar uma rela\u00e7\u00e3o anatomofisiol\u00f3gica que pode originar uma disfun\u00e7\u00e3o e com isso uma doen\u00e7a ou quaisquer altera\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(1)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Sendo o corpo humano uma unidade e entendendo que os ossos cranianos apresentam movimento <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(2)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> parece interessante investigar se desequil\u00edbrios na vis\u00e3o est\u00e3o associados a disfun\u00e7\u00f5es cranianas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na medicina convencional, o tratamento que se conhece para o astigmatismo \u00e9 com o uso de lentes de contato ou \u00f3culos com lentes t\u00f3ricas ou cil\u00edndricas, as quais fazem com que os raios de luz se concentrem em um plano \u00fanico, ou por meio de cirurgias, em casos mais graves, que s\u00e3o realizadas a laser. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alguns procedimentos envolvem a tenotomia dos m\u00fasculos do olho, que visa ao aplanamento da c\u00f3rnea, ou seja, um procedimento invasivo <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(5)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Por\u00e9m, o objetivo de tratar o astigmatismo \u00e9 dirigir-se \u00e0 curvatura desigual respons\u00e1vel pela vis\u00e3o borrada, os tratamentos incluem lentes corretivas e submeter-se \u00e0 cirurgia refrativa. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cirurgia refrativa \u00e9 um m\u00e9todo de tratamento do astigmatismo que corrige o problema aplanando a superf\u00edcie do olho. Os m\u00e9todos refrativos de cirurgias incluem: cirurgia Lasik (keratomileusis in-situ Laser-ajudado), PRK (photorefractive keratectomy) e Lasek (keratomileusis suespithelial Laser-ajudado).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A ceratotomia radial era um procedimento usado no passado para corrigir o astigmatismo, mas devido a alguns pacientes que fizeram a cirurgia e desenvolveram hipermetropia, geralmente n\u00e3o \u00e9 mais executada nos dias atuais <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(6)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A topografia corneana ou videoceratografia computadorizada \u00e9 um exame padr\u00e3o ouro e j\u00e1 consagrado na rotina da oftalmologia, sua avalia\u00e7\u00e3o se restringe \u00e0 curvatura anterior da c\u00f3rnea, possibilitando a an\u00e1lise dos erros refrativos esferocil\u00edndricos, em especial para o astigmatismo. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o h\u00e1 relatos na literatura cient\u00edfica no que diz respeito \u00e0 influ\u00eancia do tratamento osteop\u00e1tico craniano em indiv\u00edduos com astigmatismo acompanhados a longo prazo. Al\u00e9m disso, seria interessante investigar poss\u00edveis efeitos da osteopatia craniana, que \u00e9 uma t\u00e9cnica n\u00e3o invasiva e de baixo custo, quando comparada aos procedimentos cir\u00fargicos. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A hip\u00f3tese \u00e9 que o tratamento osteop\u00e1tico craniano possa beneficiar um indiv\u00edduo que apresenta astigmatismo. Assim, o objetivo do presente estudo foi investigar a influ\u00eancia do tratamento osteop\u00e1tico craniano em um indiv\u00edduo com diagn\u00f3stico de astigmatismo. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Materiais e M\u00e9todos <\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Amostra<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O presente estudo de caso incluiu uma crian\u00e7a de 11 anos, 5 meses e 19 dias de idade, do sexo masculino, com diagn\u00f3stico m\u00e9dico de astigmatismo regular, assim\u00e9trico superior, a favor de regra sem associa\u00e7\u00e3o com outras ametropias, como hipermetropia ou miopia. A disfun\u00e7\u00e3o osteop\u00e1tica que apresentava na avalia\u00e7\u00e3o inicial foi uma tor\u00e7\u00e3o craniana \u00e0 D. Pelo fato de a pesquisadora ser respons\u00e1vel legal pela crian\u00e7a, o estudo n\u00e3o passou pelo comit\u00ea de \u00e9tica em pesquisa. Para a realiza\u00e7\u00e3o deste estudo foi utilizada a avalia\u00e7\u00e3o dos olhos atrav\u00e9s da topografia corneana ou a videoceratografia computadorizada. Os exames foram realizados na Hoftalmar \u2013 Institui\u00e7\u00e3o de ensino e pesquisa Oftalmol\u00f3gica de Maring\u00e1, Maring\u00e1\/PR, Brasil. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O aparelho utilizado foi da marca: Eyetec, Modelo: CT 4000, ano de fabrica\u00e7\u00e3o: 2005. O aparelho estava aferido e os exames foram realizados em sala com temperatura m\u00e9dia de 25<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">C. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Interven\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica de drenagem do seio esfenoidal (Bomba vomeriana)<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os nervos oculomotor (NC III), troclear (IV), abducente (VI), passam pelo seio cavernoso, o que pode deix\u00e1-los vulner\u00e1veis as disfun\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea. O objetivo dessa interven\u00e7\u00e3o foi realizar um bombeio na regi\u00e3o do seio cavernoso para que o local tivesse uma boa drenagem <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(7)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> A t\u00e9cnica visou realizar uma drenagem do seio cavernoso do esfenoide para que a congest\u00e3o dessa \u00e1rea n\u00e3o comprimisse as estruturas que passavam por ele <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(8)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica articulat\u00f3ria para a sutura esfenoescamosa<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com essa t\u00e9cnica, o objetivo foi desimbricar a sutura parietoescamosa, realizando uma for\u00e7a \u00e2nteroexterna sobre a asa maior do esfenoide e uma for\u00e7a posterior sobre a por\u00e7\u00e3o e ap\u00f3fise mastoide para decoaptar e articular a sutura esfenopetrosa <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica de Sutherland para a sutura occiptomastoidea, petrobasilar, forame rasgado posterior ou forame jugular<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O objetivo de aplicar essa t\u00e9cnica foi liberar a sutura occiptomastoidea, o forame rasgado posterior e seu conte\u00fado, assim como a sutura petrobasilar <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica de corre\u00e7\u00e3o da tor\u00e7\u00e3o da sincondrose esfenobasilar (SEB)<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O objetivo dessa t\u00e9cnica foi realizar a corre\u00e7\u00e3o da tor\u00e7\u00e3o da SEB para corrigir as estruturas \u00f3sseas da \u00f3rbita <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(8)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Decoapta\u00e7\u00e3o da sincondrose esfenobasilar (SEB)<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O objetivo dessa t\u00e9cnica foi fazer uma abertura do esfenoide em rela\u00e7\u00e3o a sua regi\u00e3o basilar e fenda orbital superior por onde passam os nervos motores do olho, como tamb\u00e9m a vasculariza\u00e7\u00e3o do olho e devolver a elasticidade \u00e0s fibras \u00f3sseas <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica de bombeio dos olhos <\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa t\u00e9cnica teve como objetivo equilibrar o sistema muscular e aumentar a drenagem vascular do olho, relaxando os m\u00fasculos ciliares e equilibrando o SNPS <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>T\u00e9cnica de PA sobre os segmentos de C6 a T2<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa t\u00e9cnica, proposta por Maitland <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(10)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, visou corrigir as afer\u00eancias do sistema simp\u00e1tico sobre o sistema arterial vascular craniano. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Tratamento placebo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A interven\u00e7\u00e3o placebo teve como objetivo analisar se os padr\u00f5es dos exames poderiam ser alterados somente com essa pr\u00e1tica. Foram realizados deslizamentos leves, tocando somente a pele do rosto do paciente com a ponta dos dedos na regi\u00e3o dos malares, frontais e mand\u00edbulas por 1 minuto no total. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Repouso<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse per\u00edodo n\u00e3o foram aplicados quaisquer tipos de interven\u00e7\u00e3o, tratamento osteop\u00e1tico ou placebo por 6 semanas, tendo como objetivo investigar se os padr\u00f5es demonstrados no exame iriam influenciar. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Protocolo de tratamento proposto <\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse protocolo, o tratamento proposto foi a normaliza\u00e7\u00e3o das estruturas que pudessem influenciar a c\u00f3rnea e o cristalino, levando a uma corre\u00e7\u00e3o ou aplanamento deles e, consequentemente, a melhora do astigmatismo. Ricard <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> descreveu um protocolo de tratamento para o astigmatismo no qual dava \u00eanfase a disfun\u00e7\u00f5es de tor\u00e7\u00e3o craniana com impacto maior sobre o temporal, libera\u00e7\u00e3o da fenda orbital superior, libera\u00e7\u00e3o da sutura esfenopetrosa, libera\u00e7\u00e3o do seio cavernoso, relaxamento dos m\u00fasculos ciliares e melhora na vasomotricidade, corrigindo os segmentos de C6-D2, que \u00e9 o centro medular da inerva\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica dos centros vasomotores direcionados ao cr\u00e2nio. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Acrescentado a esse protocolo foi tratada uma disfun\u00e7\u00e3o de tor\u00e7\u00e3o craniana \u00e0 D que o paciente apresentava e tamb\u00e9m de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">lifting <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">do osso frontal, al\u00e9m da decoapta\u00e7\u00e3o do esfenoide para melhorar a parte cognitiva. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As t\u00e9cnicas utilizadas foram descritas por Ricard <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(9)<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">e Busquet <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(8)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Segue descri\u00e7\u00e3o temporal do protocolo de tratamento: <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>1) <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Avalia\u00e7\u00e3o inicial (topografia).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>2) <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Seis semanas de tratamento osteop\u00e1tico, uma vez por semana.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as 6 sess\u00f5es (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>3)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de tratamento placebo, uma vez por semana.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>4)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Pausa de 6 semanas.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>5)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de tratamento osteop\u00e1tico, uma vez por semana.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>6)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de tratamento placebo, uma vez semana.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b>a<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>7)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de repouso.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 6 semanas de pausa (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>8)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de tratamento osteop\u00e1tico.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>9)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Seis semanas de pausa.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Reavalia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 6 semanas (topografia corneana).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>10)<\/b> <i><span style=\"font-weight: 400;\">Follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> ap\u00f3s 3 anos do in\u00edcio do tratamento.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>11) <\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">Follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> ap\u00f3s 8 anos do in\u00edcio do tratamento. Os intervalos dos tratamentos eram de 7 dias, para que pudesse respeitar o protocolo de tratamento inicial. No total, foram 10 meses de tratamento e 8 anos de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>An\u00e1lise estat\u00edstica <\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise dos dados foi baseada em estat\u00edstica descritiva, levando em considera\u00e7\u00e3o os exames com amostras quantitativas e qualitativas. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados e discuss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O maior achado foi que o tratamento osteop\u00e1tico craniano influenciou de forma positiva uma crian\u00e7a que apresentava astigmatismo. A seguir, ser\u00e3o abordados os valores qualitativos e quantitativos dos achados. A avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica oftalmol\u00f3gica e a realiza\u00e7\u00e3o da primeira topografia corneana ocorreram no dia 01\/11\/2007. A crian\u00e7a apresentava: <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>OD:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Astigmatismo regular, assim\u00e9trico superior, a favor da regra, com inclina\u00e7\u00e3o para 80<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\/ maior curvatura 46,27 X 90<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> (zona 7 mm) \/ menor curvatura 42,54 X 350<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \/ cilindro 2,71 X 170<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>OE:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Astigmatismo regular, assim\u00e9trico superior, a favor da regra, maior curvatura 45,02 X 80<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \/ menor curvatura 41,79 X 190<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\/ cilindro 2,13 X 10<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. As mensura\u00e7\u00f5es das maiores curvaturas e menores curvaturas s\u00e3o pela m\u00e9dia dos valores encontrados. O astigmatismo do OD era de 2,71 e no OE de 2,13. As cores quentes que representam uma superf\u00edcie mais profunda na c\u00f3rnea se localizavam a 80<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> no olho (Figura 1).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1271\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.41.51.png\" alt=\"\" width=\"996\" height=\"458\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.41.51.png 996w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.41.51-768x353.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.41.51-600x276.png 600w\" sizes=\"(max-width: 996px) 100vw, 996px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Figura 1. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. Avalia\u00e7\u00e3o inicial (01\/11\/2007)<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O paciente sentia a necessidade de realizar rota\u00e7\u00f5es da cabe\u00e7a para melhorar a acuidade visual e referia que tinha dificuldade para enxergar tanto de perto quanto de longe. Ap\u00f3s realizar a avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e a primeira topografia corneana, o resultado, segundo o m\u00e9dico oftalmologista, apresentava um grau de ameotropia, o que levava a crian\u00e7a a ter dificuldade a enxergar.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s as primeiras 6 semanas de tratamento osteop\u00e1tico craniano, uma vez na semana, com intervalos de 7 dias entre as sess\u00f5es, foi realizada a primeira topografia corneana ap\u00f3s o primeiro tratamento (Figura 2).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1272\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.43.23.png\" alt=\"\" width=\"882\" height=\"424\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.43.23.png 882w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.43.23-768x369.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.43.23-600x288.png 600w\" sizes=\"(max-width: 882px) 100vw, 882px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Figura 2. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. Segunda avalia\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s as primeiras 6 semanas de tratamento osteop\u00e1tico craniano &nbsp;(06\/12\/2007).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O OD apresentava um CIL de 2,66 e o OE de 2,90, isto \u00e9, o OD apresentou leve melhora de CIL 0,05, mas no OE houve um aumento do astigmatismo de CIL 0,77. Havia acabado de realizar o tratamento e a piora do OE poderia ainda ser as influ\u00eancias do tratamento e a resposta dos tecidos. Num mecanismo autorregulador como o corpo humano, surgem uma adapta\u00e7\u00e3o e uma compensa\u00e7\u00e3o a tais mudan\u00e7as estruturais, mas sempre \u00e0 custa do funcionamento bom ou perfeito. Foi iniciado o tratamento placebo, com deslizamentos leves sobre a regi\u00e3o frontal, malar e mand\u00edbula, sendo uma vez por semana, com intervalos de 7 dias, com a inten\u00e7\u00e3o de deixar os tecidos e as estruturas se normalizarem ap\u00f3s o tratamento. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s as 6 semanas de tratamento placebo, foi realizada nova topografia corneana na crian\u00e7a. O resultado foi que o cilindro do OD estava com 2,44 e do OE com 2,15, isso indicava que havia uma corre\u00e7\u00e3o de CIL 0,27 do OD e o OE, que no segundo exame apresentava um CIL de 2,90, estava com 2,15, corrigiu CIL 0,75 em rela\u00e7\u00e3o ao segundo exame, mas apresentava CIL 0,02 maior de astigmatismo quando comparado ao exame inicial. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foram iniciadas as 6 semanas de repouso, sem realizar qualquer tipo de interven\u00e7\u00e3o para observar como iriam se adaptar as estruturas. Ap\u00f3s 6 semanas de repouso, foi realizado novo exame e os resultados apresentados foram muito satisfat\u00f3rios. O OD estava com CIL de 1,64 e uma melhora de CIL 1,07, j\u00e1 o OE estava com CIL de 1,41 e uma melhora de CIL 0,72 do exame inicial. Na topografia, as cores se apresentavam mais frias na maioria da superf\u00edcie da c\u00f3rnea. Foi iniciado o segundo tratamento osteop\u00e1tico craniano de 6 semanas, sendo semanal, com intervalo de 7 dias e ap\u00f3s realizada outra topografia corneana. Nessa avalia\u00e7\u00e3o, o resultado foi extremamente significativo (Figura 3). <\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1273\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.44.41.png\" alt=\"\" width=\"1082\" height=\"418\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.44.41.png 1082w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.44.41-768x297.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.44.41-600x232.png 600w\" sizes=\"(max-width: 1082px) 100vw, 1082px\" \/><\/p>\n<p><b>Figura 3. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. Quinta avalia\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s 6 semanas de tratamento osteop\u00e1tico craniano (11\/04\/2008).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O OD apresentava um CIL de 1,55 com uma melhora de CIL 1,16 e o OE com CIL 1,55 e uma melhora de CIL 0,58, a superf\u00edcie estava bem mais plana. Os dois cilindros estavam sim\u00e9tricos. Manteve-se o protocolo de tratamento estabelecido. Foi realizado o segundo tratamento placebo e, logo ap\u00f3s, foi realizada a topografia corneana. Houve um aumento do astigmatismo em rela\u00e7\u00e3o ao exame anterior, mas a melhora em rela\u00e7\u00e3o ao exame inicial no OD era de CIL 1,09 e no OE de CIL de 0,71. Mesmo assim manteve-se o protocolo estabelecido inicialmente. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi realizado o segundo repouso estabelecido pelo protocolo, seguido do exame da topografia corneana. No OD, o CIL foi de 2,09 e o CIL do OE tamb\u00e9m de 2,09, um aumento do astigmatismo em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do 5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">exame, o qual teve o melhor resultado em rela\u00e7\u00e3o ao exame inicial, mas em rela\u00e7\u00e3o ao exame inicial, o CIL no OD obteve melhora de 0,62 e o OE a melhora do CIL foi de 0,04. Ap\u00f3s isso, foi realizado o \u00faltimo tratamento osteop\u00e1tico craniano estipulado no protocolo de tratamento seguido do exame (Figura 4).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1274\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.45.57.png\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.45.57.png 1080w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.45.57-768x307.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.45.57-600x240.png 600w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/p>\n<p><b>Figura 4. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. Oitava avalia\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s 6 semanas de tratamento osteop\u00e1tico craniano (15\/08\/2008).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os resultados do \u00faltimo tratamento osteop\u00e1tico craniano foram: <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>OD: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Maior curvatura: 46,74 X 82<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\/ Menor curvatura: 43,03 X 35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \/ Cilindro 1,68 X 172<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o <\/span><\/p>\n<p><b>OE: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Maior curvatura: 45,33 X 9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \/ Menor curvatura: 43,24 X 3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">\/ Cilindro 1,40 X 10<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O resultado foi que a superf\u00edcie da c\u00f3rnea voltou a ficar mais plana, o OD <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">apresentou um CIL de 1,68 e o OE um CIL de 1,40, com melhora do quadro inicial no OD com CIL 1,02 e no OE com CIL de 0,73. Ap\u00f3s o exame foi realizada a fase de repouso de 6 semanas, somente depois desse per\u00edodo foi realizado novamente o exame. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s o \u00faltimo repouso, a superf\u00edcie do olho voltou a ficar irregular. O resultado da topografia corneana apontou que no OD o CIL foi de 2,39 e no OE o CIL foi de 2,22. Em rela\u00e7\u00e3o ao exame inicial, houve uma melhora no OD com CIL de 0,32 e no OE o CIL teve um aumento do astigmatismo de 0,09. Numa progress\u00e3o linear, podemos constatar a evolu\u00e7\u00e3o do tratamento osteop\u00e1tico craniano, como segue a Tabela 1:<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-large wp-image-1275\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.46.56-1170x462.png\" alt=\"\" width=\"1170\" height=\"462\"\/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com base nos resultados de cada topografia corneana e comparativamente com os valores do exame inicial e tamb\u00e9m dos resultados ao longo do tratamento, foi observada uma melhora muito significativa. No primeiro tratamento osteop\u00e1tico realizado, a melhora no OD no CIL foi de 0,05 e houve um aumento de CIL 0,77, mas como o exame foi realizado no dia posterior ao tratamento, acreditamos que o corpo ainda estaria se autorregulando.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os resultados em cada topografia corneana foram visivelmente se modificando e apontando que a superf\u00edcie dos olhos estava cada vez mais plana, pois as cores frias como o azul e verde estavam cada vez mais presentes na superf\u00edcie ocular, isso significa que a superf\u00edcie corneana estava mais plana.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na avalia\u00e7\u00e3o da topografia corneana do segundo tratamento osteop\u00e1tico craniano, os resultados apresentados de CIL 1,55 em ambos os olhos demonstraram uma grande redu\u00e7\u00e3o das irregularidades da superf\u00edcie ocular bilateral, inclusive com simetria em ambos os olhos. A corre\u00e7\u00e3o apresentada foi de OD com CIL de 1,16 e no OE de 0,58 da avalia\u00e7\u00e3o inicial. Ap\u00f3s o segundo exame placebo, houve um aumento do astigmatismo no OD de 0,07 em rela\u00e7\u00e3o ao 5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">exame de topografia corneana, mas no OE continuou regredindo com o valor de 0,13 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo exame.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a pen\u00faltima pausa, os valores de astigmatismo aumentaram muito, mas regrediram ap\u00f3s o \u00faltimo tratamento osteop\u00e1tico craniano, os valores no OD foram de CIL 2,39 e no OE o CIL era de 2,2.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo assim, quando foram apresentados todos os exames sequencialmente, o oftalmologista relatou grande surpresa, pois, uma vez tendo o astigmatismo, n\u00e3o h\u00e1 relatos de que ele se modifique e na medicina oftalmol\u00f3gica a \u00fanica forma de corre\u00e7\u00e3o do astigmatismo ocular \u00e9 por meio cir\u00fargico, como foi relatado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas, pela observa\u00e7\u00e3o, quando foi realizado o tratamento osteop\u00e1tico craniano, havia uma redu\u00e7\u00e3o do astigmatismo corneano, como foi constatado nas topografias corneanas. Depois disso, foram realizados dois <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> para o acompanhamento do astigmatismo corneano (Figuras 5 e 6).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1276\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.47.48.png\" alt=\"\" width=\"890\" height=\"418\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.47.48.png 890w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.47.48-768x361.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.47.48-600x282.png 600w\" sizes=\"(max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Figura 5. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. D\u00e9cima avalia\u00e7\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">(Follow up)<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, ap\u00f3s 2 anos, 3 meses e 3 dias do in\u00edcio do protocolo de tratamento osteop\u00e1tico craniano (03\/03\/2010).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O primeiro <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> foi realizado ap\u00f3s 2 anos, 3 meses e 3 dias. No OD, o CIL teve uma corre\u00e7\u00e3o de 0,29 e no OE o CIL teve um aumento de 0,07 da avalia\u00e7\u00e3o inicial, mas com uma leve corre\u00e7\u00e3o da \u00faltima topografia corneana.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1277\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.48.55.png\" alt=\"\" width=\"896\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.48.55.png 896w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.48.55-768x357.png 768w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-10-\u00e0s-10.48.55-600x279.png 600w\" sizes=\"(max-width: 896px) 100vw, 896px\" \/><\/p>\n<p><b>Figura 6. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Exame de videoceratografia &#8211; Topografia corneana. D\u00e9cima primeira avalia\u00e7\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">(Follow up)<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, ap\u00f3s 7 anos, 11 meses e 10 dias do in\u00edcio do protocolo de tratamento osteop\u00e1tico craniano (10\/10\/2015).<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O segundo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> foi realizado ap\u00f3s 7 anos, 11 meses e 10 dias ap\u00f3s o in\u00edcio do tratamento, com o paciente com 19 anos de idade. Apresentava no OD uma maior curvatura de 55,60 X 85<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">e menor curvatura de 42,80 x 2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, com um CIL de 2,2 X 2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, e no OE uma maior curvatura de 45,30 X 85<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, menor curvatura de 42,50 X 172<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">e um cilindro de 2,3 X 172<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Houve uma melhora no OD do CIL de 0,51 e um aumento do CIL 0,17, mas a conclus\u00e3o \u00e9 que ap\u00f3s a \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o durante o tratamento, do primeiro e do \u00faltimo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> os valores se mantiveram. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Analisando os dados em toda a sua extens\u00e3o, podemos observar que houve uma melhora significativa no tratamento do astigmatismo, principalmente a partir da 4\u00aa avalia\u00e7\u00e3o, ou seja, ap\u00f3s o segundo tratamento osteop\u00e1tico. Ap\u00f3s esse tratamento, o astigmatismo aumentou progressivamente, s\u00f3 diminuindo ap\u00f3s o terceiro tratamento osteop\u00e1tico. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Limita\u00e7\u00f5es do estudo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como poss\u00edveis limita\u00e7\u00f5es do estudo, podemos destacar o protocolo de tratamento extensivo. No \u00faltimo tratamento e na \u00faltima topografia realizada com a compara\u00e7\u00e3o dos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">follow up<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, n\u00e3o ocorreram modifica\u00e7\u00f5es, podemos indagar se o tratamento tivesse sido finalizado ap\u00f3s a segunda interven\u00e7\u00e3o, quando foi alcan\u00e7ada a maior corre\u00e7\u00e3o, e se ela poderia ser mantida, j\u00e1 que normalmente os tratamentos osteop\u00e1ticos n\u00e3o s\u00e3o caracterizados como extensivos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O tratamento osteop\u00e1tico n\u00e3o deve ser demasiado frequente, pois, ao corrigir de forma constante uma doen\u00e7a usando for\u00e7a ao inv\u00e9s do ajuste, os tecidos n\u00e3o devem se manter em um estado de irritabilidade, porque um fermento proteol\u00edtico se forma e atua no campo de les\u00e3o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(12)<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Al\u00e9m disso, no tratamento inicial, foram utilizadas t\u00e9cnicas estruturais e funcionais cranianas, por\u00e9m no protocolo de tratamento n\u00e3o foram utilizadas t\u00e9cnicas com rela\u00e7\u00e3o aos sistemas craniossacral e visceral, altera\u00e7\u00f5es posturais, e at\u00e9 informativa, sendo que eles s\u00e3o de grande valia para o tratamento das interfer\u00eancias sobre o cr\u00e2nio. Optou-se por n\u00e3o empregar essas t\u00e9cnicas, pois o intuito do trabalho foi analisar se as t\u00e9cnicas cranianas poderiam modificar as estruturas que envolvem o sistema ocular e isso foi realizado.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, outra limita\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de o estudo ter sido aplicado em somente um indiv\u00edduo; no entanto, torna-se um marco inicial para pesquisadores iniciarem ensaios cl\u00ednicos randomizados com esta tem\u00e1tica. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Conclus\u00f5es<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir dos achados, podemos concluir que o tratamento osteop\u00e1tico craniano pode ser de grande valia no tratamento cl\u00ednico do astigmatismo, visto atrav\u00e9s de an\u00e1lises quantitativas e qualitativas demonstradas por meio de videoceratografia, principalmente porque os exames realizados demostraram que o astigmatismo teve uma significativa corre\u00e7\u00e3o logo ap\u00f3s os tratamentos osteop\u00e1ticos. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Paulus S. The core principles of osteopathic philosophy. Int J Osteopathic Medicine. 2013; 16:11-16. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Cook, A. Hypothesis: Cranial Biomechanics: The mechanics of cranial motion the sphenobasilar synchondrosis (SEB) revisited. J Bodywork Movement Therapies. 2005; 9:177-188. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">3<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Sandhouse ME, Shechtman D, Sorkin R, Drowos JL, Caban-Martinez AJ, Patterson MM, et al. Effet of Osteopathy in the Cranial Field on visual Function \u2013 A Pilot study. Journal of the America Osteophatic Association. 2010; 110(4): 239-243.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">4<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Milnes, K. Moran, R. W. Physiological effets of a CV4 osteopathic technique on autonomic nervous system function. A preliminar investigation \u2013 Int J<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Osteopathic Medicine. 2007; 10: 8-17. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Corboy JM. Manual Pr\u00e1tico da Retinoscopia. Colina Editora. Rio de Janeiro. Brasil. 1984; p. 46-47; 103-124. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">6<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Mayoclinic, Mayo Foundation for Medical Education ande Research (MFMER). Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.mayoclinic.com\/health\/astigmatism\/DS00230\/DSECTION=3, 2007<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">7<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Wilson-Pauwles L, Akesson EJ, Stewart PA, Spacey SD. Nervios Craneales \u2013 En la salud y la enfermedad. 2\u00aa edic\u00edon. Editorial M\u00e9dica Panamericana. Buenos Aires. Argentina. 2003; p. 2-113. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">8<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Busquet L. La Osteopat\u00eda Craneal. Fisioterapia y Terapias Manuales. 2\u00aa edic\u00edon. Editora Paidotribo, Barcelona, Espanha 2003; p. 25; 105-200. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Ricard F. Tratado de Osteopat\u00eda Craneal. Articulaci\u00f3n Temporomandibular \u2013 An\u00e1lisis y tratamiento ortod\u00f3ntico. Editorial M\u00e9dica Panamericana. Buenos Aires, Argentina. Madrid, Espanha. 2005, p. 549-578; 725-729; 739-740; 800-801. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">10<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Maitland GD, Hengeveld E, Banks K, English K. Manipula\u00e7\u00e3o vertebral de Maitland. 6\u00aa<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">edi\u00e7\u00e3o. Medsi Editora M\u00e9dica e Cient\u00edfica Ltda. Rio de Janeiro\/RJ. 2003, p. 272-275. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">11<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Chaitow L. Osteopatia manipula\u00e7\u00e3o e estrutura do corpo. 2\u00aa<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">edi\u00e7\u00e3o. Summus Editorial. S\u00e3o Paulo. 2004; p. 38. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">12<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Littlejohn JM. La Patolog\u00eda de la Lesi\u00f3n Osteop\u00e1tica &#8211; The John Wernaham <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2028<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">College of Classical Osteopathy. 2008; p.11. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Escrito por<\/strong>: Dra. Norma Atsuko Morimoto Nosaki, DO, MRO (Br)<\/span><b>&nbsp;<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">(Brasil)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tratamento osteop\u00e1tico craniano em crian\u00e7a com astigmatismo: um estudo de caso &nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o A Osteopatia est\u00e1 baseada em conceitos s\u00f3lidos de uma filosofia \u00fanica e nos direciona a pensar no corpo como uma unidade, onde podemos buscar uma rela\u00e7\u00e3o anatomofisiol\u00f3gica que pode originar uma disfun\u00e7\u00e3o e com isso uma doen\u00e7a ou quaisquer altera\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas (1). 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