{"id":1309,"date":"2019-01-21T19:19:12","date_gmt":"2019-01-21T19:19:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=1309"},"modified":"2022-03-16T16:18:03","modified_gmt":"2022-03-16T16:18:03","slug":"aspectos-osteopaticos-no-tratamento-da-vertigem-postural-paroxistica-benigna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/aspectos-osteopaticos-no-tratamento-da-vertigem-postural-paroxistica-benigna\/","title":{"rendered":"Aspectos osteop\u00e1ticos no tratamento da vertigem postural parox\u00edstica benigna"},"content":{"rendered":"<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o Registro Brasileiro dos Osteopatas (RBrO), A Osteopatia, criada no s\u00e9culo XIX, \u00e9 uma profiss\u00e3o da \u00e1rea da sa\u00fade que trata do ser humano de forma global, isto \u00e9, est\u00e1 fundamentada no conceito de que todas as partes e sistemas do corpo humano funcionam de maneira integrada. A Osteopatia \u00e9 indicada, de uma forma geral, no tratamento das disfun\u00e7\u00f5es do corpo humano, principalmente mec\u00e2nicas, onde ocorre uma altera\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o de alguma estrutura. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Osteopata tem um interesse particular em anatomia e fisiologia, conhecimentos indispens\u00e1veis e essenciais para se realizar uma avalia\u00e7\u00e3o extremamente rigorosa dos sistemas corporais e de suas inter-rela\u00e7\u00f5es, que podem ou n\u00e3o se alterar reciprocamente. \u00c9 uma forma de tratamento que se preocupa, inicialmente, em descobrir as causas dos sinais e sintomas do paciente, para somente depois tratar as suas consequ\u00eancias, no intuito de restabelecer a fun\u00e7\u00e3o diminu\u00edda ou perdida. Isto significa dizer que a Osteopatia \u00e9 uma abordagem causal, e n\u00e3o sintom\u00e1tica. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Osteopatia compreende que o corpo humano possui um sistema fundamental para a cura \u2013 o sistema imunol\u00f3gico, cuja a\u00e7\u00e3o permite a autorregenera\u00e7\u00e3o e o restabelecimento das fun\u00e7\u00f5es alteradas. Cabe ao Osteopata auxiliar o sistema imune atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico osteop\u00e1tico bem elaborado e fundamentado, permitindo a escolha e a execu\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas osteop\u00e1ticas espec\u00edficas para cada altera\u00e7\u00e3o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">1,2<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;A Reabilita\u00e7\u00e3o Vestibular que tem como defini\u00e7\u00e3o segundo Bittar, 2000 \u201c\u00c9 um processo terap\u00eautico que visa acelerar os mecanismos de compensa\u00e7\u00e3o central nos dist\u00farbios do equil\u00edbrio por meio dos mecanismos de plasticidade neuronal<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;tem em suas defini\u00e7\u00f5es aspectos em comum com a osteopatia principalmente no tratamento da vertigem postural parox\u00edstica benigna (VPPB) que \u00e9 uma das mais frequentes patologias do sistema vestibular<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">12,17<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Caracteriza-se clinicamente pela presen\u00e7a de epis\u00f3dios recorrentes de vertigens. Vertigem corresponde \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de estar girando no ambiente ou de rota\u00e7\u00e3o do mesmo ao seu redor<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">14<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Vertigem Posicional Parox\u00edstica Benigna (VPPB), descrita em 1921, \u00e9 provavelmente a causa mais comum de vertigem, com preval\u00eancia de 20{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354}-30{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} em cl\u00ednicas especializadas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">15,16<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, tipicamente desencadeados por determinados movimentos cef\u00e1licos ou mudan\u00e7as de posturas realizadas pelo paciente<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">12<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. E pelas caracter\u00edsticas cl\u00ednicas, os pacientes frequentemente tornam-se apreensivos, e tanto a vertigem como as posturas que as desencadeiam podem limitar suas atividades consideravelmente<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pode ocorrer de maneira imprevis\u00edvel e s\u00fabita, por\u00e9m n\u00e3o possui caracter\u00edstica progressiva.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">23&nbsp;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Parnes et al.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">22&nbsp;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">registraram que aproximadamente 58{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} dos casos de VPPB n\u00e3o t\u00eam causa identificada. A sua forma prim\u00e1ria corresponde a 50{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354}-70{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} dos casos. Por outro lado, a causa secund\u00e1ria mais comum \u00e9 o traumatismo craniano (7{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354}-17{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354}), seguido de neurite vestibular (15{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354}). Com uma incid\u00eancia de 0,6{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} ao ano, afeta mais as mulheres, sendo a preval\u00eancia quase sete vezes maior naquelas acima dos 60 anos de idade, com pico de idade entre 70 e 78 anos. Parentes consangu\u00edneos t\u00eam cinco vezes mais chances de desenvolver a VPPB<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">5<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alguns pacientes, no entanto, experimentam recorr\u00eancia meses ou anos mais tarde, podendo variar desde epis\u00f3dios curtos at\u00e9 d\u00e9cadas de sofrimento com intervalos curtos de remiss\u00e3o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Brevern et al.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">34&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">,&nbsp;<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">em estudo epidemiol\u00f3gico alem\u00e3o, relataram que 86{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} dos indiv\u00edduos entrevistados com VPPB tinham importantes limita\u00e7\u00f5es psicossociais que os afastavam de suas atividades de vida di\u00e1ria, evitavam dirigir ou sair de casa durante os epis\u00f3dios sintom\u00e1ticos, assim como, em sua maioria, evolu\u00edam com depress\u00e3o e ansiedade<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">34<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Em estudo epidemiol\u00f3gico norte-americano, os gastos calculados para o controle da VPPB chegaram a dois mil d\u00f3lares por paciente. A maior parte desses custos era desnecess\u00e1ria e estava relacionada a diagn\u00f3sticos equivocados e terapia ineficaz<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">19<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Outro estudo, na Inglaterra, calculou que o tempo decorrido entre a apresenta\u00e7\u00e3o inicial da VPPB at\u00e9 ao cuidado cl\u00ednico efetivo era de 92 semanas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><b>Diagn\u00f3stico da VPPB<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diferentes manobras podem ser utilizadas para confirmar o diagn\u00f3stico. A manobra de Dix-Hallpike \u00e9 a mais executada para canais semicirculares posterior e anterior, sendo realizada por profissional qualificado tendo a confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica que \u00e9 positiva quando desencadeia vertigem e nistagmo na mudan\u00e7a da posi\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo de sentado para deitado com a cabe\u00e7a sustentada abaixo do plano horizontal, com uma rota\u00e7\u00e3o de 45\u00b0 da cabe\u00e7a para o lado a ser testado<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. O crit\u00e9rio diagn\u00f3stico inclui a ocorr\u00eancia de um nistagmo rotat\u00f3rio e uma sensa\u00e7\u00e3o de vertigem que \u00e9 t\u00edpico: lat\u00eancia de alguns segundos e dura\u00e7\u00e3o em torno de trinta a quarenta segundos. Amarenco 93 Berthelon 2002 relatam que correndo a aus\u00eancia de vertigem durante o nistagmo n\u00e3o se trata de VPPB. Com a repeti\u00e7\u00e3o da manobra ocorre fadiga com diminui\u00e7\u00e3o da intensidade do nistagmo, at\u00e9 sua aus\u00eancia em torno da terceira ou quarta repeti\u00e7\u00e3o. Os achados cl\u00ednicos da vertigem parox\u00edstica benigna s\u00e3o consistentes com a hip\u00f3tese que os canais semicirculares, com uma incid\u00eancia muito maior no posterior, contenham part\u00edculas flutuantes que s\u00e3o mais pesadas que a endolinfa circulante<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">35<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Na VPPB do canal horizontal utiliza-se o&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">roll-test<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, por meio de rota\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a do paciente no plano do mesmo.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">13-32&nbsp;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">O diagn\u00f3stico desta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 baseado na hist\u00f3ria cl\u00ednica, acompanhado ou n\u00e3o de n\u00e1usea ou v\u00f4mito, instabilidade e desequil\u00edbrio.<\/span><\/p>\n<p><b>Tratamento da VPPB<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, existem tr\u00eas tratamentos b\u00e1sicos para VPPB e com suas pr\u00f3prias indica\u00e7\u00f5es de uso: reposicionamento canalicular de Epley<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">12<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, manobra liberat\u00f3ria de Semont e exerc\u00edcios de habitua\u00e7\u00e3o de Brandt-Daroff. Os exerc\u00edcios de habitua\u00e7\u00e3o s\u00e3o utilizados para queixas residuais mais brandas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">28,31<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">. Estes exerc\u00edcios buscam alcan\u00e7ar mecanismos de adapta\u00e7\u00e3o e compensa\u00e7\u00e3o no sistema nervoso central, visando \u00e0 supera\u00e7\u00e3o dos sintomas. Estudos sobre a efic\u00e1cia indicam que todos os tr\u00eas facilitam a recupera\u00e7\u00e3o A escolha de qual manobra ou exerc\u00edcio \u00e9 mais adequado depende do canal envolvido e do tipo de VPPB.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> Usa-se a reposi\u00e7\u00e3o canal\u00edtica nos casos de canalit\u00edase ou a manobra liberat\u00f3ria para cupulolit\u00edase. Na tentativa de discutir quais os aspectos osteop\u00e1ticos estariam envolvidos no tratamento dessa patologia foi elaborado um estudo onde uma parte dos pacientes receberam o tratamento convencional atrav\u00e9s de manobras cl\u00e1ssicas da reabilita\u00e7\u00e3o vestibular e outra parte recebeu al\u00e9m das t\u00e9cnicas de avalia\u00e7\u00e3o e as op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas atualmente dispon\u00edveis para VPPB, a ausculta proposta pelo osteopata Jean Pierre Barral para que dessa maneira fossem identificadas e normalizadas as disfun\u00e7\u00f5es osteop\u00e1ticas encontradas para se tentar determinar se estas disfun\u00e7\u00f5es poderiam estar relacionadas ou n\u00e3o com a recidiva de VPPB.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"> Trabalhos demonstraram \u00edndices de efic\u00e1cia da manobra de reposi\u00e7\u00e3o canal\u00edtica pouco expressivos quanto \u00e0 melhora dos sintomas por um longo per\u00edodo, bem como fracas evid\u00eancias quando comparado com outros recursos terap\u00eauticos (fisioterap\u00eauticos, m\u00e9dicos ou cir\u00fargicos) para VPPB do canal posterior, devido principalmente \u00e0 falta de estudo cl\u00ednicos de boa qualidade.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">37<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;Van der Velde<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">36<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;analisou, al\u00e9m das manobras de reposi\u00e7\u00e3o, outros tratamentos f\u00edsicos, conservadores e n\u00e3o farmacol\u00f3gicos. Suas conclus\u00f5es s\u00e3o de que a efic\u00e1cia destas manobras n\u00e3o se encontra ainda satisfatoriamente determinada. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Herdman e Tusa<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">17<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;relatam polemicamente \u00e0 efic\u00e1cia da reposi\u00e7\u00e3o canal\u00edtica. Cita alguns estudos que mostraram 85 a 95{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} de remiss\u00e3o dos sintomas nos pacientes com VPPB do canal posterior, por\u00e9m eram estudos sem grupos controle e n\u00e3o se poderiam desconsiderar a possibilidade de a melhora ter ocorrido espontaneamente. Neste caso poderia a VPPB ser desencadeada por outras disfun\u00e7\u00f5es no organismo? E caso estas disfun\u00e7\u00f5es permanecessem no indiv\u00edduo, esta n\u00e3o seria a causa dessa efic\u00e1cia insatisfat\u00f3ria das manobras e o alto \u00edndice de remiss\u00e3o dos casos a longo per\u00edodo?<\/span><\/p>\n<p><b>Popula\u00e7\u00e3o e amostra<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A popula\u00e7\u00e3o desta pesquisa constitui-se em pacientes com sintomas de vertigem de breve dura\u00e7\u00e3o com diagn\u00f3stico cl\u00ednico de VPPB, que procuraram atendimento em consult\u00f3rio de osteopatia. A amostra \u00e9 constitu\u00edda por vinte indiv\u00edduos, sendo dezesseis do sexo feminino e quatro do sexo masculino. Foram aleatoriamente divididos em grupo experimental e grupo controle, sendo que os indiv\u00edduos que formavam o primeiro grupo eram nove mulheres e um homem e tinham em m\u00e9dia 37,7 anos; enquanto o grupo controle era formado por sete mulheres e tr\u00eas homens, tendo em m\u00e9dia 39,7 anos. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pacientes do grupo experimental e grupo controle foram subdivididos em ordem num\u00e9rica de um a vinte, sendo que de um a dez constitui a amostra do grupo controle e o restante, de onze a vinte, constitui a amostra do grupo experimental. Para a realiza\u00e7\u00e3o desta pesquisa os indiv\u00edduos foram admitidos mediante a aprova\u00e7\u00e3o do formul\u00e1rio de consentimento informado. Inicialmente os pacientes foram submetidos a uma avalia\u00e7\u00e3o clinica que inclui: exame oculomotor, teste da art\u00e9ria vertebral, ADM da coluna cervical e manobra de Hallpike-Dix. E os pacientes do grupo experimental foram submetidos avalia\u00e7\u00e3o osteop\u00e1tica atrav\u00e9s da ausculta global e local proposta pelo osteopata franc\u00eas Jean Pierre Barral para determinar e realizar o tratamento osteop\u00e1tico da disfun\u00e7\u00e3o encontrada que teve como resultado&nbsp; cinco pacientes com disfun\u00e7\u00e3o visceral, sendo tr\u00eas deles apresentando disfun\u00e7\u00e3o de f\u00edgado, um com disfun\u00e7\u00e3o de duodeno em sua segunda por\u00e7\u00e3o e um indiv\u00edduo com disfun\u00e7\u00e3o de ves\u00edcula biliar devido a sequela cir\u00fargica por retirada do \u00f3rg\u00e3o em quest\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tr\u00eas com disfun\u00e7\u00e3o de cr\u00e2nio tendo o osso temporal com perda de mobilidade, um individuo apresentou disfun\u00e7\u00e3o de tubo dural a n\u00edvel cervical e um indiv\u00edduo apresentou ausculta inconclusiva onde este n\u00e3o foi exclu\u00eddo do estudo e recebeu tratamento no sistema men\u00edngeo (Cr\u00e2nio-sacro) conforme tabela 3. Ambos os grupos foram avaliados (coleta 1) pelo question\u00e1rio&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dizziness Handicap Inventory \u2013 brasileiro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;(DHI-brasileiro). Ap\u00f3s a avalia\u00e7\u00e3o, todos os pacientes foram submetidos a um protocolo de reabilita\u00e7\u00e3o vestibular, no qual as seguintes manobras eram realizadas para o lado onde o paciente referia sintomatologia, manobra de Semont para os diagnosticados com cupulolit\u00edase e de Epley para os diagn\u00f3sticos de canalit\u00edase. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grupo experimental foi tamb\u00e9m submetido a tratamento osteop\u00e1tico para normaliza\u00e7\u00e3o das disfun\u00e7\u00f5es encontradas. Os pacientes foram acompanhados durante doze semanas, sendo reavaliados ap\u00f3s este per\u00edodo (coleta 2) pelo question\u00e1rio&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dizziness Handicap Inventory \u2013 brasileiro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;(DHI-brasileiro) conforme tabela 1 e 2; e observado o aparecimento de recorr\u00eancia quanto a VPPB.<\/span><\/p>\n<p><b>Resultados<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pacientes relataram melhora do quadro cl\u00ednico de vertigem rotat\u00f3ria e nistagmo relativos a VPPB ao final de todas as interven\u00e7\u00f5es. Dos indiv\u00edduos do grupo controle tr\u00eas apresentaram um novo quadro de VPPB antes das doze semanas, sendo dois deles ap\u00f3s oito semanas e um apresentou o novo quadro ap\u00f3s h\u00e1 d\u00e9cima semana. No grupo experimental nenhum apresentou recorr\u00eancia na VPPB e ambos os grupos apresentaram uma melhora na pontua\u00e7\u00e3o realizada pelo question\u00e1rio&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dizziness Handicap Inventory \u2013 brasileiro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;(DHI-brasileiro), porem o grupo experimental obteve uma pontua\u00e7\u00e3o mais satisfat\u00f3ria. (conforme tabela 1 e 2)<\/span><\/p>\n<p><b>Discuss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este estudo teve como objetivo verificar a resposta do tratamento osteop\u00e1tico em pacientes portadores da vertigem posicional parox\u00edstica benigna (VPPB) e verificar a resposta quanto a sua recorr\u00eancia. A confronta\u00e7\u00e3o de seus resultados fica dificultada por n\u00e3o haver pesquisas cientificas similares. Apesar do diagnostico atrav\u00e9s da ausculta ser contestado em rela\u00e7\u00e3o a reprodutibilidade e confiabilidade encontramos mudan\u00e7as relevantes na pontua\u00e7\u00e3o do&nbsp;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dizziness Handicap Inventory \u2013 brasileiro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;(DHI-brasileiro). Baseado nas limita\u00e7\u00f5es do nosso estudo, consideramos necess\u00e1rio avan\u00e7ar com essa pesquisa aumentando a popula\u00e7\u00e3o e controlando melhor os dados.<\/span><\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os resultados desse estudo revelam que a o tratamento osteop\u00e1tico pode ser eficiente na busca e melhora das disfun\u00e7\u00f5es que podem ser a causa do problema mec\u00e2nico que \u00e9 a VPPB. Realizar uma pesquisa com uma popula\u00e7\u00e3o significativa e um grupo controle se faz necess\u00e1rio para criarmos um padr\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o entre presen\u00e7a de disfun\u00e7\u00e3o osteop\u00e1tica de causa e a VPPB de recorr\u00eancia. Acreditamos que os resultados mais embasados do futuro trabalho possam justificar essa rela\u00e7\u00e3o, ajudando a sensibilizar profissionais de sa\u00fade que atuam na otoneurologia a indicarem o tratamento osteop\u00e1tico como uma ferramenta importante na busca do bem estar de seus pacientes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 1 Grupo Controle \u2013 Somat\u00f3ria dos escores dos aspectos f\u00edsico, funcional e emocional obtidos a aplica\u00e7\u00e3o do DHI-brasileiro na coleta 1 (antes da interven\u00e7\u00e3o); coleta 2 ( doze semanas ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o)<\/span><\/i><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1310 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-21-\u00e0s-17.03.54.png\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"319\"\/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 2 Grupo Experimental \u2013 Somat\u00f3ria dos escores dos aspectos f\u00edsico, funcional e emocional obtidos a aplica\u00e7\u00e3o do DHI-brasileiro na coleta 1 (antes da interven\u00e7\u00e3o); coleta 2 ( doze semanas ap\u00f3s interven\u00e7\u00e3o + osteopatia)<\/span><\/i><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1311 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-21-\u00e0s-17.04.56.png\" alt=\"\" width=\"259\" height=\"323\"\/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Tabela 3 Grupo Experimental \u2013 Resultado da ausculta geral e local da avalia\u00e7\u00e3o osteop\u00e1tica.<\/span><\/i><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1312 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-21-\u00e0s-17.05.52.png\" alt=\"\" width=\"299\" height=\"298\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-21-\u00e0s-17.05.52.png 299w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/Captura-de-Tela-2019-01-21-\u00e0s-17.05.52-100x100.png 100w\" sizes=\"(max-width: 299px) 100vw, 299px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Escrito por:<\/strong>&nbsp;<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Prof\u00b0 Ft. Herm\u00ednio Marcos Teixeira Gon\u00e7alves<\/span><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/profissionais-atuantes.html\"><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/a><\/p>\n<p><b>Referencias Bibliogr\u00e1ficas<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">1 \u2013 Dispon\u00edvel em&nbsp;<\/span><a href=\"http:\/\/www.registrodososteopatas.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">www.registrodososteopatas.com.br<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">&nbsp;Acesso em 30\/06\/2015<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">2 \u2013 American Osteopatic Association. Fundamentos de medicina osteop\u00e1tica. Editora M\u00e9dica Panamericana. 2006<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">3 \u2013 Bhattacharyya N, Baugh RF, Orvidas L, Barrs D, Bronston LJ, Cass S, et al. Clinical Practice Guideline: Benign Paroxysmal Positional Vertigo. Otolaryngol Head Neck Surg. 2008<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">4 \u2013 Brookes, Denis. Osteopatia craneal. 02.ed. Barcelona: Ediciones Bellaterra, 1982.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">5 \u2013 Burlamaqui JC, Campos CAH, Mesquita Neto O. Manobra de Epley para Vertigem Postural Parox\u00edstica Benigna: Revis\u00e3o Sistem\u00e1tica. Acta ORL.2006<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">6 \u2013 Burr, H.S., The fields of life. Ballantine Books, 1972<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">7 \u2013 Chaitow, Leon. Cranial manpulation: theory and practice. 2.ed. Churchill Livingtone, 2005.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">8 \u2013 Cohen HS, Kimball KT. Effectiveness of treatments for benign paroxysmal positional vertigo of the posterior canal. Otol Neurotol.2005<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">9 \u2013 Fife D, Fitzgerald JE. Do patients with benign paroxysmal positional vertigo receive prompt treatment? Analysis of waiting times and human and financial costs associated with current practice. Int J Audiol.2005<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">10 \u2013 Fife TD, Iverson DJ, Lempert T, Furman, JM, Baloh, RW, Tusa RJ, et al.. Practice parameter: therapies for benign paroxysmal positional vertigo (an evidence-based review): report of the Quality Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology. Neurology.2008<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">11 \u2013 Frymann, Viola. A study of rhythmic motions of the living cranium. J Am Osteopath Assoc. 1971.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">12 \u2013 Furman JM, Cass SP. Benign Paroxysmal Positional Vertigo.N Engl J Med.1999<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">13 \u2013 Ganan\u00e7a MM, Caovilla HH, Munhoz MSL, Silva MLG, Frazza, MM, Ganan\u00e7a FF et al.. As muitas faces da vertigem posicional. Atual Geriatr.1999<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">14 \u2013 Ganan\u00e7a MM, Caovilla HH, Munhoz MSL, Silva MLG, Ganan\u00e7a FF, Ganan\u00e7a CF. Lidando com a Vertigem Posicional Parox\u00edstica Benigna. Acta ORL.2005<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">15 \u2013 Ganan\u00e7a MM, Caovilla HH, Munhoz MSL, Silva MLG, Ganan\u00e7a FF, Ganan\u00e7a CF. Vertigem posicional parox\u00edstica benigna. Rev Bras Med Otorrinolaringol.2000<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">16 \u2013 Hain TC, Ramaswamy TS, Hilmann MA. Anatomy and physiology of vestibular system. in: Herdman SJ. Vestibular Rehabilitation.2007<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">17 \u2013 Herdman SJ, Tusa RJ. Evaluation and Management of the patients with BPPV. In: Herdman SJ. Vestibular Rehabilitation. 2007<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">18 \u2013 Korr, Irvin. Bases fisiol\u00f3gicas de la osteopat\u00eda. Mandala ediciones, 2009<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">19 \u2013 Li JC, Li CJ, Epley J. Cost-effective management of benign positional vertigo using canalith repositioning. Otolaryngol Head Neck Surg.2000<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">20 \u2013 Munaro G, Silveira AF. Avalia\u00e7\u00e3o vestibular na vertigem posicional parox\u00edstica benigna t\u00edpica e at\u00edpica. Rev CEFAC.2009<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">21 \u2013 Palomeque, Francisco. Terapia osteop\u00e1tica craneosacral guia para la formaci\u00f3n. Nizan Editorial, 2013<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">22 \u2013 Parnes L, Agrawal SK, Atlas J. Diagnosis and management of benign paroxysmal positional vertigo (BPPV). CMAJ.2003<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">23 \u2013 Pereira AB, Scaff M. Vertigem de Posicionamento Parox\u00edstica Benigna. Arq Neuropsiquiatr.2001<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">24 \u2013 Salvinelli F, Casale M, Trivelli M, D\u2019Ascanioo L, Firrisi L, Lamanna F, et al.. Benign paroxysmal positional vertigo: a comparative prospective study on the efficacy of Semonts maneuver and no treatment strategy. Clin Ter.2003<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">25 \u2013 Sargent EW, Bankaitis AE, Hollenbeak CS, Currens JW. Mastoid oscillation in canalith repositioning for paroxysmal positional vertigo. Otol Neurotol.2001<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">26 \u2013 Schuknecht HF. Cupulolithiasis. Arch of Otol.1969<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">27 \u2013 Silva ALS, Moreira JS. Vertigem: A abordagem da Fisioterapia. Fis Bras.2000<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">28 \u2013 Soares EV. Reabilita\u00e7\u00e3o vestibular em idosos com desequil\u00edbrio para marcha. Perspectivas Online.2007<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">29 \u2013 Soto VA, Bartual MJ, Santos PS. Benign paroxysmal vertigo: a comparative prospective study of the the efficacy of Brandt and Daroff exercises, Semont and Epley maneuver. Laryngol Otol Rhinol (Bord).2001<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">30 \u2013 Sutherland, WG. The cranial bowl. Mankato: Free Press Co., 1939<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">31 \u2013 Tavares SF, Santos MFC, Knobel KAB. Reabilita\u00e7\u00e3o vestibular em um hospital universit\u00e1rio. Braz J Otorhinolaryngol.2008<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">32 \u2013 Teixeira LJ, Machado JNP. Manobras para o tratamento da vertigem posicional parox\u00edstica benigna: revis\u00e3o sistem\u00e1tica da literatura. Braz J Otorhinolaryngol.2006<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">33 \u2013 Thorwald, Dethlefsen, A doen\u00e7a como caminho. Cultrix, 2002<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">34 \u2013 von Brevern M, Radtke A, Lezius F, Feldmann M, Zeise T, Lempert T, et al.. Epidemiology of benign paroxysmal positional vertigo: a population based study. J Neurol Neurosurg Psychiatry.2007<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">35 \u2013 Lempert T, Gresty M, Bronstein A. Benign positional vertigo: recognition and treatment. Br Med J 1995.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">36 \u2013 Van der Velde G. Benign paroxysmal positional vertigo part II: a qualitative treatments and case report presenting Epley\u2019s \u201ccanalith repositioning procedure\u201d, a non-invasive bedside manoeuvre for treating BPPV. J Can Chiropr Assoc 1999.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">37 \u2013 Hilton M, Pinder D. The Epley (canalith repositioning) manoeuvre for benign paroxysmal positional vertigo. In: The Cochrane Library. Oxford: Update Software; 2004.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o De acordo com o Registro Brasileiro dos Osteopatas (RBrO), A Osteopatia, criada no s\u00e9culo XIX, \u00e9 uma profiss\u00e3o da \u00e1rea da sa\u00fade que trata do ser humano de forma global, isto \u00e9, est\u00e1 fundamentada no conceito de que todas as partes e sistemas do corpo humano funcionam de maneira integrada. A Osteopatia \u00e9 indicada, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2156,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","inline_featured_image":false,"_mi_skip_tracking":false},"categories":[376],"tags":[23,8,16],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1309"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2157,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309\/revisions\/2157"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2156"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1309"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1309"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1309"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}