{"id":1404,"date":"2019-04-18T14:48:42","date_gmt":"2019-04-18T14:48:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=1404"},"modified":"2022-03-16T15:58:55","modified_gmt":"2022-03-16T15:58:55","slug":"influencia-do-sistema-visceral-nas-recidivas-das-disfuncoes-musculoesqueleticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/influencia-do-sistema-visceral-nas-recidivas-das-disfuncoes-musculoesqueleticas\/","title":{"rendered":"Influ\u00eancia do sistema visceral nas recidivas das disfun\u00e7\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas"},"content":{"rendered":"\n[et_pb_section][et_pb_row][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text]<!-- divi:paragraph -->\n<p> Escrito por: M\u00e1rcio Massahiko Ogido <\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Se voc\u00ea trabalha com Osteopatia h\u00e1&nbsp; algum tempo, deve ter percebido que as disfun\u00e7\u00f5es do sistema musculoesquel\u00e9tico est\u00e3o presentes em grande parte dos pacientes no seu consult\u00f3rio. Mesmo n\u00e3o sendo a causa prim\u00e1ria dos sintomas ou da patologia, \u00e9 extremamente importante que o terapeuta restaure a fisiologia dos segmentos acometidos e possibilite uma boa liberdade artrocinem\u00e1ticos e osteocinem\u00e1ticos.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>\u00c9 muito comum, tamb\u00e9m,\npacientes que procuram o terapeuta com dores agudas osteomioarticulares, muitas\nvezes com postura ant\u00e1lgica ou at\u00e9 com limita\u00e7\u00f5es dos movimentos b\u00e1sicos do dia\na dia, por\u00e9m sem relato de trauma ou algum movimento mais vigoroso que possa\nter desencadeado aquela situa\u00e7\u00e3o. Talvez voc\u00ea tenha at\u00e9 ouvido do seu paciente:\n\u201cDormi muito bem, mas, quando acordei, estava travado!\u201d.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Tente-se lembrar daqueles\npacientes que voc\u00ea corrigiu as disfun\u00e7\u00f5es estruturais, e no final da sess\u00e3o ele\nte agradeceu\npelo al\u00edvio dos sintomas, por\u00e9m na sess\u00e3o seguinte as disfun\u00e7\u00f5es estavam l\u00e1\nda mesma forma e no mesmo lugar. E essa situa\u00e7\u00e3o se repete, com esse\npaciente e outros tamb\u00e9m. Pode ser que at\u00e9 tenha se sentido um pouco frustrado, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Uma das possibilidades\ndesses fatos estarem ocorrendo pode ser devido a uma adapta\u00e7\u00e3o desse\nsegmento ao sistema visceral. O \u00f3rg\u00e3o pode desequilibrar o organismo de v\u00e1rias\nformas, uma delas \u00e9 pela varia\u00e7\u00e3o do seu volume. Algumas situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem\nsimples de exemplificar esse mecanismo, por exemplo: logo que fizemos uma\nrefei\u00e7\u00e3o mais pesada, existe uma tend\u00eancia a mantermos uma extens\u00e3o do tronco\ncomo tentativa de aliviar a press\u00e3o sobre o est\u00f4mago. Assim como quando\nrealizamos um procedimento cir\u00fargico, \u00e9 comum adotarmos posicionamentos que\nretirem a tens\u00e3o sobre o local, como em uma apendicectomia,\ncostuma-se adotar uma posi\u00e7\u00e3o de flex\u00e3o, lateroflex\u00e3o direita\ne rota\u00e7\u00e3o direita do tronco.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>\u00c9 da natureza b\u00e1sica de\ncada ser vivo a busca constante pela sobreviv\u00eancia, para isso o organismo adota\numa s\u00e9rie de medidas que favore\u00e7am esse processo, seja ele a n\u00edvel microsc\u00f3pico,\ncomo celular, bioqu\u00edmico e energ\u00e9tico ou a n\u00edvel macrosc\u00f3pico, como uma postura\npor exemplo.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Um dos mecanismos\nindispens\u00e1veis para a vida do indiv\u00edduo \u00e9 o bom funcionamento visceral. Sabe-se\nque,\nal\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o normal do \u00f3rg\u00e3o, ele deve ter uma boa mobilidade entre os\ntecidos adjacentes para que a sua fisiologia esteja operante. Al\u00e9m desses\nfatores, o \u201cespa\u00e7o&#8221; ocupado por ele deve estar de acordo com as\nsuas necessidades volum\u00e9tricas.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Durante a avalia\u00e7\u00e3o e\ntratamento, \u00e9 poss\u00edvel analisar o indiv\u00edduo de v\u00e1rias maneiras, como as\nrela\u00e7\u00f5es metam\u00e9ricas, fasciais e musculares, por\u00e9m podemos enxerg\u00e1-lo como se\nele fosse formado por diversos compartimentos. A pr\u00f3pria f\u00e1scia que recobre\ntodo o nosso corpo funciona como um \u201cenvelope\u201d. Nos membros existem v\u00e1rios\ncompartimentos que delimitam os m\u00fasculos e o sistema neurovascular. O cr\u00e2nio \u00e9\numa calota \u00f3ssea que cont\u00e9m o Sistema Nervoso Central (SNC) e\ntoda a sua rede vascular. O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um envolt\u00f3rio muscular preenchido por\nsangue.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>As v\u00edsceras tamb\u00e9m est\u00e3o\ncontidas dentro de um envolt\u00f3rio musculoesquel\u00e9tico, por exemplo: o\npulm\u00e3o est\u00e1 dentro da caixa tor\u00e1cica, os intestinos se encontram dentro da\ncavidade abdominop\u00e9lvica (figura 1).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\",\"id\":1405} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" width=\"146\" height=\"142\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1405\"\/><figcaption> <br \/><br \/><\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 1: O esquema mostra uma v\u00edscera (esfera azul) dentro de um envolt\u00f3rio musculoesquel\u00e9tico (quadrado).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:separator -->\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n<!-- \/divi:separator -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Em situa\u00e7\u00f5es que geram um aumento do volume desse \u00f3rg\u00e3o, e os tecidos \u00e0 sua volta n\u00e3o permitem a adapta\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o, podem favorecer uma sobrecarga mec\u00e2nica nesse \u00f3rg\u00e3o pelo aumento da press\u00e3o (figura 2). Tamb\u00e9m pelo contr\u00e1rio, podem ocorrer ocasi\u00f5es em que a v\u00edscera est\u00e1 em um estado que ele diminui o seu volume, e se os tecidos adjacentes n\u00e3o permitem essa adapta\u00e7\u00e3o, diminuindo o espa\u00e7o \u00e0 sua volta, o tecido dessa estrutura pode trabalhar em tensionamento (figura 3).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sH20yRHGXY5xY1SE9PhFbgQ\/image?w=135&amp;h=135&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 2: O esquema demonstra um aumento do volume visceral, por\u00e9m n\u00e3o ocorre uma adapta\u00e7\u00e3o da parede musculoesquel\u00e9tica, gerando um aumento da press\u00e3o sobre o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sRxjQeU3VD7IQ-V5Covrbag\/image?w=135&amp;h=133&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 3: O esquema mostra uma diminui\u00e7\u00e3o do volume visceral sem que a parede musculoesquel\u00e9tica se adapte a esse novo volume. As setas em verde demonstram a tens\u00e3o ligamentar e fascial gerada no \u00f3rg\u00e3o e exemplifica como ele trabalha em sobrecarga de tens\u00e3o.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Para que n\u00e3o ocorram press\u00f5es ou tens\u00f5es que dificultem o bom funcionamento do \u00f3rg\u00e3o, a parede musculoesquel\u00e9tica deve se adaptar ao volume da v\u00edscera que ele envolve (figura 4). <br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/suqGSyRXJS-5jBSRdYA5Kyg\/image?w=203&amp;h=210&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><figcaption> <br \/> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sOLjESrZ7kPFBvMwxr98_vQ\/image?w=90&amp;h=90&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 4: Esse modelo demonstra as adapta\u00e7\u00f5es do sistema musculoesquel\u00e9tico (setas em verde) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua v\u00edscera interna.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Podemos representar esse mecanismo na pr\u00e1tica analisando, por exemplo, um processo de aumento do volume do c\u00f3lon sigmoide.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Anatomicamente, o c\u00f3lon sigmoide se localiza superior e internamente sobre a fossa il\u00edaca esquerda.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/lPe2N0ZoTBaoeAzyYMDpccfV6Axb7IScNU6MS4Vaa6Ng15eEoCSTJZEuDBR49CAjBRtoOpSvoucTxVsF0ZT_LCpI_KIduBH2k3s0FLKcp9C2mp9e5DdROXCGp3Q8JcSpuaJsBMee-hihk8_m\" alt=\"\"\/><figcaption> <br \/><strong>Figura 5: C\u00f3lon sigmoide<\/strong> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Para facilitar a visualiza\u00e7\u00e3o das adapta\u00e7\u00f5es da parede musculoesquel\u00e9tica, utilizaremos o seguinte modelo:<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sMN4CcCbd5WHmlbms6oUNjQ\/image?w=489&amp;h=273&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>As poss\u00edveis adapta\u00e7\u00f5es poderiam acontecer da seguinte forma (figuras 7 e 8):<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/s_61-XFw9eE78OrrUx8zjLQ\/image?w=131&amp;h=219&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 7: Adapta\u00e7\u00f5es de uma congest\u00e3o.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Em uma sequ\u00eancia de adapta\u00e7\u00f5es, poderia ocorrer o seguinte, no plano frontal:<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>1 &#8211; Aumento do volume sobre a fossa il\u00edaca esquerda.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>2 &#8211; Abertura da asa il\u00edaca externa (para aumentar o espa\u00e7o do \u00f3rg\u00e3o).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>3 &#8211; Aumento do t\u00f4nus do gl\u00fateo m\u00e9dio (para tracionar a asa il\u00edaca para fora).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>4 &#8211; Fechamento do \u00edsquio e p\u00fabis.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>5 &#8211; Cabe\u00e7a do f\u00eamur desloca medialmente (acompanha o acet\u00e1bulo).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>6 &#8211; Rota\u00e7\u00e3o externa do f\u00eamur (ativa\u00e7\u00e3o dos abdutores em cadeia cin\u00e9tica fechada).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>7 &#8211; Patela desvia para lateral.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>8 &#8211; Rota\u00e7\u00e3o externa da t\u00edbia.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>9 &#8211; Calc\u00e2neo varo.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>10 &#8211; Eleva\u00e7\u00e3o do arco medial.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Se pensarmos nessas adapta\u00e7\u00f5es como as disfun\u00e7\u00f5es osteop\u00e1ticas do sistema musculoesquel\u00e9tico, poder\u00edamos colocar da seguinte forma:<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>1 &#8211; Il\u00edaco em <em>outflare<\/em>.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>2 &#8211; Sacro posterior unilateral esquerda ou TED adapta\u00e7\u00e3o ao <em>outflare<\/em>.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>3 &#8211; Espasmo do gl\u00fateo m\u00e9dio.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>4 &#8211; Adu\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a do f\u00eamur.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>5 &#8211; Rota\u00e7\u00e3o externa da cabe\u00e7a do f\u00eamur.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>6 &#8211; Rota\u00e7\u00e3o externa da t\u00edbia.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>7 &#8211; Rota\u00e7\u00e3o p\u00f3stero-externa do calc\u00e2neo.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>8 &#8211; Chopart alto (rota\u00e7\u00e3o externa do navicular e interna do cuboide).<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>9 &#8211; Superioridade das cunhas.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sq9CdK9VMWLFy3nWBMMBkfA\/image?w=140&amp;h=273&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 8: Adapta\u00e7\u00f5es no plano sagital.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Algumas das compensa\u00e7\u00f5es no plano sagital seriam as seguintes:<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>1 &#8211; Aumento do volume sobre a regi\u00e3o abdominop\u00e9lvica.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>2 &#8211; Diminui\u00e7\u00e3o do t\u00f4nus dos m\u00fasculos abdominais.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>3 &#8211; Aumento do t\u00f4nus dos m\u00fasculos extensores da lombar.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>4 &#8211; Aumento da lordose lombar.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>5 &#8211; Antevers\u00e3o p\u00e9lvica.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>6 &#8211; Hiperextens\u00e3o de joelho.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>7 &#8211; Plantiflex\u00e3o.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>As disfun\u00e7\u00f5es osteop\u00e1ticas poderiam ser:<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>1 &#8211; Hipotonia dos m\u00fasculos abdominais.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>2 &#8211; Espasmo dos m\u00fasculos extensores da coluna.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>3 &#8211; Extens\u00e3o bilateral da lombar.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>4 &#8211; Il\u00edaco anterior.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Nesse exemplo, mostramos como uma varia\u00e7\u00e3o do volume do c\u00f3lon sigmoide pode gerar adapta\u00e7\u00f5es no sistema musculoesquel\u00e9tico. Portanto, manobras estruturais apenas atuariam sobre a consequ\u00eancia e as reincid\u00eancias dessas disfun\u00e7\u00f5es ocorrer\u00e3o certamente.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Embora pare\u00e7a um racioc\u00ednio l\u00f3gico, n\u00e3o devemos afirmar que esse mecanismo sempre vai acontecer quando ocorre essa condi\u00e7\u00e3o visceral. Diversos fatores podem influenciar esse segmento (figura 9):<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sCMiY_9ba2i6meYwnn-5OMA\/image?w=500&amp;h=240&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/divi:image -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 9: Fatores que influenciam o c\u00f3lon sigmoide.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Considerando a complexidade e perfei\u00e7\u00e3o do corpo humano, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar quais s\u00e3o as causas das disfun\u00e7\u00f5es, para isso devemos utilizar ferramentas que permitam que o pr\u00f3prio organismo do paciente direcione para um sistema ou segmento, e n\u00e3o o terapeuta conduzir o tratamento baseado no seu conhecimento.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Dentro desse pensamento, o Idot utiliza os testes referenciais, como a manobra de converg\u00eancia podal ou o teste do parietal, que direcionam para qual sistema (estrutura, v\u00edscera, postura, nutri\u00e7\u00e3o, cr\u00e2nio e informativa) o corpo necessita de ser tratado. Em cada sistema, o terapeuta disp\u00f5e de avalia\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para conduzir o tratamento.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>\u00c9 imprescind\u00edvel que osteopata busque constantemente o conhecimento da estrutura, funcionamento e movimento do corpo humano, por\u00e9m, ao tratar o paciente, ele deve ser apenas um instrumento facilitador do processo de autocura do paciente, sendo que quem decide o que deve ser feito \u00e9 o corpo do paciente e n\u00e3o o terapeuta.<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>BUSQUET, L. <strong>As cadeias fisiol\u00f3gicas<\/strong>. Fundamentos do M\u00e9todo Busquet: tronco, coluna cervical, membro superior. Fran\u00e7a: Edi\u00e7\u00f5es Busquet, 2013.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>KAPANDJI , A. I. <strong>Fisiologia Articular<\/strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>MOORE, K. L. <strong>Anatomia orientada para a cl\u00ednica<\/strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>NETTER, F. H. <strong>Atlas de Anatomia Humana<\/strong>. Porto Alegre: Artmed, 1998.<br \/>SOUZA, M. Z. <strong>Entre par\u00e2metro e certezas da avalia\u00e7\u00e3o palpat\u00f3ria osteop\u00e1tica<\/strong>. Presidente Prudente: Idot, 2016.\n\n<\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p>Figura 6: Vista frontal (esquerda) e vista lateral (direita).<br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->\n\n<!-- divi:paragraph -->\n<p><br \/><\/p>\n<!-- \/divi:paragraph -->[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><div class=\"et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular\" >\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div><div class=\"et_pb_row et_pb_row_0 et_pb_row_empty\">\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div><div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\n\t\t\t<\/div> Escrito por: M\u00e1rcio Massahiko Ogido Se voc\u00ea trabalha com Osteopatia h\u00e1&nbsp; algum tempo, deve ter percebido que as disfun\u00e7\u00f5es do sistema musculoesquel\u00e9tico est\u00e3o presentes em grande parte dos pacientes no seu consult\u00f3rio. Mesmo n\u00e3o sendo a causa prim\u00e1ria dos sintomas ou da patologia, \u00e9 extremamente importante que o terapeuta restaure a fisiologia dos segmentos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2145,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"<!-- wp:paragraph -->\n<p> Escrito por: M\u00e1rcio Massahiko Ogido <\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Se voc\u00ea trabalha com Osteopatia h\u00e1&nbsp; algum tempo, deve ter percebido que as disfun\u00e7\u00f5es do sistema musculoesquel\u00e9tico est\u00e3o presentes em grande parte dos pacientes no seu consult\u00f3rio. Mesmo n\u00e3o sendo a causa prim\u00e1ria dos sintomas ou da patologia, \u00e9 extremamente importante que o terapeuta restaure a fisiologia dos segmentos acometidos e possibilite uma boa liberdade artrocinem\u00e1ticos e osteocinem\u00e1ticos.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 muito comum, tamb\u00e9m,\npacientes que procuram o terapeuta com dores agudas osteomioarticulares, muitas\nvezes com postura ant\u00e1lgica ou at\u00e9 com limita\u00e7\u00f5es dos movimentos b\u00e1sicos do dia\na dia, por\u00e9m sem relato de trauma ou algum movimento mais vigoroso que possa\nter desencadeado aquela situa\u00e7\u00e3o. Talvez voc\u00ea tenha at\u00e9 ouvido do seu paciente:\n\u201cDormi muito bem, mas, quando acordei, estava travado!\u201d.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Tente-se lembrar daqueles\npacientes que voc\u00ea corrigiu as disfun\u00e7\u00f5es estruturais, e no final da sess\u00e3o ele\nte agradeceu\npelo al\u00edvio dos sintomas, por\u00e9m na sess\u00e3o seguinte as disfun\u00e7\u00f5es estavam l\u00e1\nda mesma forma e no mesmo lugar. E essa situa\u00e7\u00e3o se repete, com esse\npaciente e outros tamb\u00e9m. Pode ser que at\u00e9 tenha se sentido um pouco frustrado, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Uma das possibilidades\ndesses fatos estarem ocorrendo pode ser devido a uma adapta\u00e7\u00e3o desse\nsegmento ao sistema visceral. O \u00f3rg\u00e3o pode desequilibrar o organismo de v\u00e1rias\nformas, uma delas \u00e9 pela varia\u00e7\u00e3o do seu volume. Algumas situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem\nsimples de exemplificar esse mecanismo, por exemplo: logo que fizemos uma\nrefei\u00e7\u00e3o mais pesada, existe uma tend\u00eancia a mantermos uma extens\u00e3o do tronco\ncomo tentativa de aliviar a press\u00e3o sobre o est\u00f4mago. Assim como quando\nrealizamos um procedimento cir\u00fargico, \u00e9 comum adotarmos posicionamentos que\nretirem a tens\u00e3o sobre o local, como em uma apendicectomia,\ncostuma-se adotar uma posi\u00e7\u00e3o de flex\u00e3o, lateroflex\u00e3o direita\ne rota\u00e7\u00e3o direita do tronco.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 da natureza b\u00e1sica de\ncada ser vivo a busca constante pela sobreviv\u00eancia, para isso o organismo adota\numa s\u00e9rie de medidas que favore\u00e7am esse processo, seja ele a n\u00edvel microsc\u00f3pico,\ncomo celular, bioqu\u00edmico e energ\u00e9tico ou a n\u00edvel macrosc\u00f3pico, como uma postura\npor exemplo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Um dos mecanismos\nindispens\u00e1veis para a vida do indiv\u00edduo \u00e9 o bom funcionamento visceral. Sabe-se\nque,\nal\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o normal do \u00f3rg\u00e3o, ele deve ter uma boa mobilidade entre os\ntecidos adjacentes para que a sua fisiologia esteja operante. Al\u00e9m desses\nfatores, o \u201cespa\u00e7o\" ocupado por ele deve estar de acordo com as\nsuas necessidades volum\u00e9tricas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Durante a avalia\u00e7\u00e3o e\ntratamento, \u00e9 poss\u00edvel analisar o indiv\u00edduo de v\u00e1rias maneiras, como as\nrela\u00e7\u00f5es metam\u00e9ricas, fasciais e musculares, por\u00e9m podemos enxerg\u00e1-lo como se\nele fosse formado por diversos compartimentos. A pr\u00f3pria f\u00e1scia que recobre\ntodo o nosso corpo funciona como um \u201cenvelope\u201d. Nos membros existem v\u00e1rios\ncompartimentos que delimitam os m\u00fasculos e o sistema neurovascular. O cr\u00e2nio \u00e9\numa calota \u00f3ssea que cont\u00e9m o Sistema Nervoso Central (SNC) e\ntoda a sua rede vascular. O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um envolt\u00f3rio muscular preenchido por\nsangue.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>As v\u00edsceras tamb\u00e9m est\u00e3o\ncontidas dentro de um envolt\u00f3rio musculoesquel\u00e9tico, por exemplo: o\npulm\u00e3o est\u00e1 dentro da caixa tor\u00e1cica, os intestinos se encontram dentro da\ncavidade abdominop\u00e9lvica (figura 1).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\",\"id\":1405} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1405\"\/><figcaption> <br><br><\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 1: O esquema mostra uma v\u00edscera (esfera azul) dentro de um envolt\u00f3rio musculoesquel\u00e9tico (quadrado).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:separator -->\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n<!-- \/wp:separator -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Em situa\u00e7\u00f5es que geram um aumento do volume desse \u00f3rg\u00e3o, e os tecidos \u00e0 sua volta n\u00e3o permitem a adapta\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o, podem favorecer uma sobrecarga mec\u00e2nica nesse \u00f3rg\u00e3o pelo aumento da press\u00e3o (figura 2). Tamb\u00e9m pelo contr\u00e1rio, podem ocorrer ocasi\u00f5es em que a v\u00edscera est\u00e1 em um estado que ele diminui o seu volume, e se os tecidos adjacentes n\u00e3o permitem essa adapta\u00e7\u00e3o, diminuindo o espa\u00e7o \u00e0 sua volta, o tecido dessa estrutura pode trabalhar em tensionamento (figura 3).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sH20yRHGXY5xY1SE9PhFbgQ\/image?w=135&amp;h=135&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 2: O esquema demonstra um aumento do volume visceral, por\u00e9m n\u00e3o ocorre uma adapta\u00e7\u00e3o da parede musculoesquel\u00e9tica, gerando um aumento da press\u00e3o sobre o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sRxjQeU3VD7IQ-V5Covrbag\/image?w=135&amp;h=133&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 3: O esquema mostra uma diminui\u00e7\u00e3o do volume visceral sem que a parede musculoesquel\u00e9tica se adapte a esse novo volume. As setas em verde demonstram a tens\u00e3o ligamentar e fascial gerada no \u00f3rg\u00e3o e exemplifica como ele trabalha em sobrecarga de tens\u00e3o.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para que n\u00e3o ocorram press\u00f5es ou tens\u00f5es que dificultem o bom funcionamento do \u00f3rg\u00e3o, a parede musculoesquel\u00e9tica deve se adaptar ao volume da v\u00edscera que ele envolve (figura 4). <br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/suqGSyRXJS-5jBSRdYA5Kyg\/image?w=203&amp;h=210&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><figcaption> <br> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sOLjESrZ7kPFBvMwxr98_vQ\/image?w=90&amp;h=90&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 4: Esse modelo demonstra as adapta\u00e7\u00f5es do sistema musculoesquel\u00e9tico (setas em verde) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua v\u00edscera interna.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Podemos representar esse mecanismo na pr\u00e1tica analisando, por exemplo, um processo de aumento do volume do c\u00f3lon sigmoide.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Anatomicamente, o c\u00f3lon sigmoide se localiza superior e internamente sobre a fossa il\u00edaca esquerda.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/lPe2N0ZoTBaoeAzyYMDpccfV6Axb7IScNU6MS4Vaa6Ng15eEoCSTJZEuDBR49CAjBRtoOpSvoucTxVsF0ZT_LCpI_KIduBH2k3s0FLKcp9C2mp9e5DdROXCGp3Q8JcSpuaJsBMee-hihk8_m\" alt=\"\"\/><figcaption> <br><strong>Figura 5: C\u00f3lon sigmoide<\/strong> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para facilitar a visualiza\u00e7\u00e3o das adapta\u00e7\u00f5es da parede musculoesquel\u00e9tica, utilizaremos o seguinte modelo:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sMN4CcCbd5WHmlbms6oUNjQ\/image?w=489&amp;h=273&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>As poss\u00edveis adapta\u00e7\u00f5es poderiam acontecer da seguinte forma (figuras 7 e 8):<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/s_61-XFw9eE78OrrUx8zjLQ\/image?w=131&amp;h=219&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 7: Adapta\u00e7\u00f5es de uma congest\u00e3o.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Em uma sequ\u00eancia de adapta\u00e7\u00f5es, poderia ocorrer o seguinte, no plano frontal:<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>1 - Aumento do volume sobre a fossa il\u00edaca esquerda.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>2 - Abertura da asa il\u00edaca externa (para aumentar o espa\u00e7o do \u00f3rg\u00e3o).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>3 - Aumento do t\u00f4nus do gl\u00fateo m\u00e9dio (para tracionar a asa il\u00edaca para fora).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>4 - Fechamento do \u00edsquio e p\u00fabis.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>5 - Cabe\u00e7a do f\u00eamur desloca medialmente (acompanha o acet\u00e1bulo).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>6 - Rota\u00e7\u00e3o externa do f\u00eamur (ativa\u00e7\u00e3o dos abdutores em cadeia cin\u00e9tica fechada).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>7 - Patela desvia para lateral.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>8 - Rota\u00e7\u00e3o externa da t\u00edbia.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>9 - Calc\u00e2neo varo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>10 - Eleva\u00e7\u00e3o do arco medial.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Se pensarmos nessas adapta\u00e7\u00f5es como as disfun\u00e7\u00f5es osteop\u00e1ticas do sistema musculoesquel\u00e9tico, poder\u00edamos colocar da seguinte forma:<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>1 - Il\u00edaco em <em>outflare<\/em>.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>2 - Sacro posterior unilateral esquerda ou TED adapta\u00e7\u00e3o ao <em>outflare<\/em>.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>3 - Espasmo do gl\u00fateo m\u00e9dio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>4 - Adu\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a do f\u00eamur.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>5 - Rota\u00e7\u00e3o externa da cabe\u00e7a do f\u00eamur.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>6 - Rota\u00e7\u00e3o externa da t\u00edbia.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>7 - Rota\u00e7\u00e3o p\u00f3stero-externa do calc\u00e2neo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>8 - Chopart alto (rota\u00e7\u00e3o externa do navicular e interna do cuboide).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>9 - Superioridade das cunhas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image {\"align\":\"center\"} -->\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sq9CdK9VMWLFy3nWBMMBkfA\/image?w=140&amp;h=273&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 8: Adapta\u00e7\u00f5es no plano sagital.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Algumas das compensa\u00e7\u00f5es no plano sagital seriam as seguintes:<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>1 - Aumento do volume sobre a regi\u00e3o abdominop\u00e9lvica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>2 - Diminui\u00e7\u00e3o do t\u00f4nus dos m\u00fasculos abdominais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>3 - Aumento do t\u00f4nus dos m\u00fasculos extensores da lombar.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>4 - Aumento da lordose lombar.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>5 - Antevers\u00e3o p\u00e9lvica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>6 - Hiperextens\u00e3o de joelho.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>7 - Plantiflex\u00e3o.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>As disfun\u00e7\u00f5es osteop\u00e1ticas poderiam ser:<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>1 - Hipotonia dos m\u00fasculos abdominais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>2 - Espasmo dos m\u00fasculos extensores da coluna.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>3 - Extens\u00e3o bilateral da lombar.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>4 - Il\u00edaco anterior.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Nesse exemplo, mostramos como uma varia\u00e7\u00e3o do volume do c\u00f3lon sigmoide pode gerar adapta\u00e7\u00f5es no sistema musculoesquel\u00e9tico. Portanto, manobras estruturais apenas atuariam sobre a consequ\u00eancia e as reincid\u00eancias dessas disfun\u00e7\u00f5es ocorrer\u00e3o certamente.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Embora pare\u00e7a um racioc\u00ednio l\u00f3gico, n\u00e3o devemos afirmar que esse mecanismo sempre vai acontecer quando ocorre essa condi\u00e7\u00e3o visceral. Diversos fatores podem influenciar esse segmento (figura 9):<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:image -->\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/docs.google.com\/drawings\/d\/sCMiY_9ba2i6meYwnn-5OMA\/image?w=500&amp;h=240&amp;rev=1&amp;ac=1&amp;parent=1kGKC7H_BRkS_8miKJoiLQ5bHeZdTxDCMDv5lU7JsFqk\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<!-- \/wp:image -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 9: Fatores que influenciam o c\u00f3lon sigmoide.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Considerando a complexidade e perfei\u00e7\u00e3o do corpo humano, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar quais s\u00e3o as causas das disfun\u00e7\u00f5es, para isso devemos utilizar ferramentas que permitam que o pr\u00f3prio organismo do paciente direcione para um sistema ou segmento, e n\u00e3o o terapeuta conduzir o tratamento baseado no seu conhecimento.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Dentro desse pensamento, o Idot utiliza os testes referenciais, como a manobra de converg\u00eancia podal ou o teste do parietal, que direcionam para qual sistema (estrutura, v\u00edscera, postura, nutri\u00e7\u00e3o, cr\u00e2nio e informativa) o corpo necessita de ser tratado. Em cada sistema, o terapeuta disp\u00f5e de avalia\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para conduzir o tratamento.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 imprescind\u00edvel que osteopata busque constantemente o conhecimento da estrutura, funcionamento e movimento do corpo humano, por\u00e9m, ao tratar o paciente, ele deve ser apenas um instrumento facilitador do processo de autocura do paciente, sendo que quem decide o que deve ser feito \u00e9 o corpo do paciente e n\u00e3o o terapeuta.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>BUSQUET, L. <strong>As cadeias fisiol\u00f3gicas<\/strong>. Fundamentos do M\u00e9todo Busquet: tronco, coluna cervical, membro superior. Fran\u00e7a: Edi\u00e7\u00f5es Busquet, 2013.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>KAPANDJI , A. I. <strong>Fisiologia Articular<\/strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>MOORE, K. L. <strong>Anatomia orientada para a cl\u00ednica<\/strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>NETTER, F. H. <strong>Atlas de Anatomia Humana<\/strong>. Porto Alegre: Artmed, 1998.<br>SOUZA, M. Z. <strong>Entre par\u00e2metro e certezas da avalia\u00e7\u00e3o palpat\u00f3ria osteop\u00e1tica<\/strong>. Presidente Prudente: Idot, 2016.\n\n<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Figura 6: Vista frontal (esquerda) e vista lateral (direita).<br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><br><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->","_et_gb_content_width":"","inline_featured_image":false,"_mi_skip_tracking":false},"categories":[375],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1404"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1404"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1404\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2147,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1404\/revisions\/2147"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2145"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1404"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1404"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1404"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}