{"id":1714,"date":"2022-02-09T18:42:03","date_gmt":"2022-02-09T18:42:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=1714"},"modified":"2022-03-11T18:48:21","modified_gmt":"2022-03-11T18:48:21","slug":"peryonie-penis-torto-integrando-a-osteopatia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/peryonie-penis-torto-integrando-a-osteopatia\/","title":{"rendered":"PERYONIE \u2013 P\u00caNIS TORTO &#8211;  INTEGRANDO A OSTEOPATIA"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Norma M. Nosaki, D.O<br \/><br \/><\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a do Peryonie \u00e9 um fator de inc\u00f4modo e muitas vezes constrangimento do homem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Acomete homens adultos geralmente sexualmente ativos, cerca de 13 a 15%. Resultado de fibroses formadas nas bainhas cavernosas, <a href=\"https:\/\/www.sinonimos.com.br\/ocasionando\/\">ocasionando<\/a> em contraturas da f\u00e1scia \u2014&nbsp; que reveste o corpo cavernoso \u2014, que resulta no desvio do p\u00eanis e, algumas vezes, com ere\u00e7\u00e3o dolorosa ao homem ou desconfortos e dores na(o) parceira(o).<\/p>\n\n\n\n<p>A causa \u00e9 desconhecida, mas semelhante \u00e0 contratura de Dupuytren e pode estar relacionada com um trauma anterior, muitas vezes durante a rela\u00e7\u00e3o sexual ou traumas sobre o p\u00eanis ereto, ou a processos inflamat\u00f3rios, ou infecciosos locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, a contratura pode ser percept\u00edvel ou n\u00e3o, causando um desvio do p\u00eanis ereto para o lado comprometido, causando, ocasionalmente, ere\u00e7\u00f5es dolorosas e, eventualmente, impedir a penetra\u00e7\u00e3o. A fibrose pode se estender internamente no corpo cavernoso, comprometendo distalmente a tumesc\u00eancia do p\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 feito clinicamente. Ultrassom ou outro exame do p\u00eanis ereto pode ser usado para documentar a fibrose.<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento m\u00e9dico geralmente proposto:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Vitamina E oral e para-aminobenzoato de pot\u00e1ssio.<\/li><li>Substitui\u00e7\u00e3o cir\u00fargica da fibrose com enxerto.<\/li><li>Inje\u00e7\u00f5es locais de&nbsp;verapamil&nbsp;ou corticoides de alta pot\u00eancia, ou colagenase de clostridium histoliticum.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Ultrassom, radioterapia ou pr\u00f3tese;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os resultados do tratamento s\u00e3o imprevis\u00edveis. A vitamina E oral e o para-aminobenzoato de pot\u00e1ssio t\u00eam sucesso vari\u00e1vel. Remo\u00e7\u00e3o cir\u00fargica da fibrose e reposi\u00e7\u00e3o com enxerto podem ser bem-sucedidas ou podem causar cicatrizes futuras e exagerar o defeito. Uma s\u00e9rie de inje\u00e7\u00f5es locais de&nbsp;verapamil&nbsp;ou corticoides de alta pot\u00eancia na placa pode ser eficaz, mas os corticoides orais n\u00e3o s\u00e3o. Para uma curvatura peniana de &gt; 30\u00b0 acompanhada por uma placa palp\u00e1vel, podem ser utilizadas uma ou mais inje\u00e7\u00f5es de colagenase de clostridium histoliticum na placa seguido de remodela\u00e7\u00e3o manual do p\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento com ultrassom pode estimular o fluxo sangu\u00edneo, que pode prevenir o surgimento de mais fibrose. A radioterapia pode diminuir a dor; entretanto, a radia\u00e7\u00e3o geralmente piora a les\u00e3o tecidual. Para auxiliar a penetra\u00e7\u00e3o, pode-se implantar uma pr\u00f3tese peniana, mas essa pode necessitar de um retalho e enxerto para endireitar o p\u00eanis.<\/p>\n\n\n\n<p>A osteopatia \u00e9 um meio de diagn\u00f3stico, tratamento e cura, que se utiliza de recursos terap\u00eauticos manuais para interferir na estrutura e fun\u00e7\u00e3o do organismo e obter os resultados desejados. Est\u00e1 fundamentada em s\u00f3lidos conhecimentos de anatomia e fisiologia. Requer uma experi\u00eancia pr\u00e1tica e hol\u00edstica que permite lidar com os tecidos e estruturas do organismo de uma forma h\u00e1bil. Tem uma grande efic\u00e1cia em in\u00fameras doen\u00e7as conhecidas, pois atua sobre sua causa, o que favorece a auto-cura do corpo, mas n\u00e3o tem respostas para tudo, por isso, com a atua\u00e7\u00e3o conjunta de outras terapias integrativas, apresenta um resultado mais efetivo.&nbsp; A abordagem osteop\u00e1tica engloba os sistemas envolvidos na doen\u00e7a do Peryonie.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"453\" height=\"187\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1715\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Neste caso cl\u00ednico, apresento uma abordagem osteop\u00e1tica associada ao tratamento com ozonioterapia, com resultado positivo no caso de Peryonie.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Paciente S R S, 65 anos, masculino, com a doen\u00e7a do Peryonie h\u00e1 3 anos. N\u00e3o tinha informa\u00e7\u00f5es de traumas no ato sexual, mesmo sendo muito ativo sexualmente, n\u00e3o tinha queixas de dores, mas a esposa queixava-se grande desconforto na rela\u00e7\u00e3o sexual. Fez tratamentos com dois urologistas e sem resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o apresentava um desvio de 25\u00ba da parte medial do p\u00eanis \u00e0 esquerda, diminui\u00e7\u00e3o leve da tumesc\u00eancia do p\u00eanis do corpo cavernoso ap\u00f3s a fibrose. Fibrose de aproximadamente 2,0 cm de comprimento por 0,3 cm de largura. Sem dores a palpa\u00e7\u00e3o local, cicatriz em regi\u00e3o inguinal E, sequela de cirurgia h\u00e9rnia inguinal E na adolesc\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No tratamento inicial, foram abordados os sistemas que se relacionam com as estruturas penianas. Lembrando que as rela\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas \u00e9 a base do conhecimento da osteopatia. Foram abordadas o sistema musculoesquel\u00e9tico p\u00e9lvico, sistema nervoso aut\u00f4nomo, sistema arterial e venoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Sacro e il\u00edaco: relacionado por conter estruturas importantes, como os forames sacrais anteriores, parte sacral do sistema nervoso parassimp\u00e1tico, onde os neur\u00f4nios pr\u00e9-ganglionares est\u00e3o em S2, S3 e S4 e formam os nervos espl\u00e2ncnicos p\u00e9lvicos, inerva\u00e7\u00e3o parassimp\u00e1tica \u2014 respons\u00e1vel pela ere\u00e7\u00e3o peniana \u2014 com sinapses nos neur\u00f4nios p\u00f3s-ganglionares dessa regi\u00e3o. O <em>nervo pudendo,<\/em> \u00e9 formado das divis\u00f5es anteriores dos ramos anteriores de S2 a S4. Acompanha a art\u00e9ria pudenda interna e deixa a pelve atrav\u00e9s do forame isqui\u00e1tico maior entre o m\u00fasculo piriforme e cocc\u00edgeo, curva-se em torno da espinha isqui\u00e1tica e do ligamento sacroespinhal e, nesse ponto, abandona a art\u00e9ria pudenda, sai da pelve pelo forame isqui\u00e1tico, gira e entra novamente na pelve pelo forame isqui\u00e1tico menor, at\u00e9 a tuberosidade isqui\u00e1tica, atravessando o Canal de Alcok. O nervo pudendo \u00e9 o principal nervo do per\u00edneo e o mais importante nervo sensitivo dos \u00f3rg\u00e3os genitais externos, supre a pele e os m\u00fasculos do per\u00edneo, terminando como nervo dorsal do p\u00eanis ou clit\u00f3ris. S\u00ednfise p\u00fabica: local de inser\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos isquiocavernosos e bulboesponjosos, respons\u00e1veis por manter a tumesc\u00eancia do p\u00eanis no ato sexual, evitando o refluxo sangu\u00edneo para o sistema venoso e diminuindo a ere\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/li><li>T10\/L2: a inerva\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica das estruturas p\u00e9lvicas \u00e9 realizada pelos nervos do SNS que emergem de T10 a L2 e dos nervos espl\u00e2ncnicos maior e menor que influenciam o fluxo arterial para os \u00f3rg\u00e3os p\u00e9lvicos.<\/li><li>As art\u00e9rias penianas s\u00e3o ramos indiretos da art\u00e9ria pudenda interna, ramo da art\u00e9ria il\u00edaca interna (hipog\u00e1strica). A art\u00e9ria pudenda interna, trifurca na art\u00e9ria do corpo esponjoso (do bulbo do p\u00eanis), art\u00e9ria do corpo cavernoso (profunda do p\u00eanis) e art\u00e9ria dorsal do p\u00eanis, as quais irrigam o corpo esponjoso, os corpos cavernosos e a glande, respectivamente. As art\u00e9rias do corpo cavernoso cursam por cada corpo cavernoso longitudinalmente e formam art\u00e9rias helicoidais, respons\u00e1veis pelo fluxo nos espa\u00e7os vasculares do corpo cavernoso, levando \u00e0 ere\u00e7\u00e3o. A art\u00e9ria dorsal do p\u00eanis viaja abaixo da f\u00e1scia de Buck dando ramos circunflexos para os corpos cavernoso e esponjoso.&nbsp;<\/li><li>A drenagem venosa peniana pode ser dividida em profunda e superficial. O sistema superficial drena todo o tecido acima da f\u00e1scia de Buck para a veia safena magna. J\u00e1 o sistema venoso profundo, o qual drena o tecido abaixo da f\u00e1scia de Buck, drena para o plexo da veia pudenda interna. A veia dorsal profunda drena o sangue dos corpos cavernosos e esponjoso e da glande. Especialmente, a drenagem venosa do corpo cavernoso ocorre atrav\u00e9s das veias subt\u00fanicas, as quais s\u00e3o comprimidas e oclu\u00eddas pela expans\u00e3o dos espa\u00e7os sinusoidais durante a ere\u00e7\u00e3o. A compress\u00e3o das veias subt\u00fanicas \u00e9 condi\u00e7\u00e3o essencial para uma ere\u00e7\u00e3o adequada e esse fen\u00f4meno \u00e9 chamado de \u201cmecanismo oclusivo venoso\u201d.&nbsp;<\/li><li>O relaxamento do m\u00fasculo liso das arter\u00edolas, que suprem os espa\u00e7os sinusoidais, resulta em um aumento do fluxo sangu\u00edneo para o corpo cavernoso, desencadeando a ere\u00e7\u00e3o peniana. A detumesc\u00eancia (o oposto da ere\u00e7\u00e3o) \u00e9 tamb\u00e9m um processo ativo, que necessita da contra\u00e7\u00e3o do m\u00fasculo liso do corpo cavernoso sob estimula\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica. Todas essas altera\u00e7\u00f5es no t\u00f4nus do m\u00fasculo liso cavernoso se traduzem em modifica\u00e7\u00f5es no fluxo arterial peniano.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o tratamento, houve relatou de grande al\u00edvio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No 2\u00ba tratamento, o paciente apresentava uma melhoria de aproximadamente 20% do desvio peniano, mas a fibrose se mantinha com pouca melhora. Foi acrescentado, ap\u00f3s as libera\u00e7\u00f5es das estruturas relacionadas ao p\u00eanis, a aplica\u00e7\u00e3o injet\u00e1vel do g\u00e1s oz\u00f4nio sobre o local da fibrose, com 15 mcg\/5ml em toda a extens\u00e3o da fibrose no corpo cavernoso. A ozonioterapia foi acrescentada, pois, \u00e9 um tratamento natural e pouco invasivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Oz\u00f4nio \u00e9 um g\u00e1s que se origina a partir de 3 \u00e1tomos de oxig\u00eanio. \u00c9 um oxidante potente. Na natureza, encontramos esse g\u00e1s na estratosfera, combinado ao nitrog\u00eanio e a outros gases, na conhecida \u201ccamada de oz\u00f4nio\u201d, que filtra os raios ultravioleta e viabiliza a vida na Terra. \u00c9 formado tamb\u00e9m na superf\u00edcie terrestre (troposfera) como um subproduto de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas geradas principalmente por motores \u00e0 combust\u00e3o, com o objetivo de inativar gases t\u00f3xicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O g\u00e1s oz\u00f4nio utilizado para fins medicinais \u00e9, na realidade, uma mistura de gases: oxig\u00eanio e oz\u00f4nio. O oz\u00f4nio dessa mistura \u00e9 produzido a partir de oxig\u00eanio puro medicinal e, por esse motivo, a mistura gasosa \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como \u201cOz\u00f4nio Medicinal\u201d, sua aplica\u00e7\u00e3o para fins de tratamento de doen\u00e7as variadas, dentro de uma janela terap\u00eautica de seguran\u00e7a bem definida, \u00e9 a Ozonioterapia. \u00c9 importante ressaltar que o oz\u00f4nio \u00e9 naturalmente produzido no organismo humano, no processo de ativa\u00e7\u00e3o de anticorpos, motivo pelo qual \u00e9 considerado uma \u201cbiomol\u00e9cula\u201d (mol\u00e9cula biol\u00f3gica).&nbsp;<br \/>A Ozonioterapia \u00e9 uma pr\u00e1tica m\u00e9dica secular \u00e0 base de oz\u00f4nio medicinal que reage com os componentes de gordura (fosfolip\u00eddeos) de todas as membranas celulares \u2013 somente esse efeito explica suas a\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas. Depois de interagir com as membranas celulares, atua sobre um sistema de regula\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica chamado Nrf2, promovendo o reequil\u00edbrio das fun\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas, em especial dos danos causados pelo estresse oxidativo, al\u00e9m de v\u00e1rias outras a\u00e7\u00f5es, como: ativa\u00e7\u00e3o do processo aer\u00f3bico, aumento da secre\u00e7\u00e3o de fatores de crescimento e autacoides, secre\u00e7\u00e3o de vasodilatador (NO), modulador da resposta inflamat\u00f3ria, melhora do transporte de O\u2082 para tecidos, estimula\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico, importante agente antimicrobiano contra bact\u00e9rias, v\u00edrus, protozo\u00e1rios e fungos, potente a\u00e7\u00e3o antioxidante e rea\u00e7\u00e3o com componentes celulares e extracelulares. Todos esses efeitos seriam efetivos na repara\u00e7\u00e3o tecidual.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o 2\u00ba tratamento o resultado ap\u00f3s 20 dias de intervalo, foi de uma melhora de 70% do desvio peniano, a fibrose reduziu significamente, com uma extens\u00e3o de 0,5 cm, bem menos percept\u00edvel e a esposa j\u00e1 n\u00e3o se queixava mais de inc\u00f4modo na rela\u00e7\u00e3o sexual, dessa forma, foi mantido o tratamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No retorno ap\u00f3s 20 dias de intervalo, o paciente apresentou 100% de melhora e lhe foi dado alta.<\/p>\n\n\n\n<p>A terapia integrativa \u00e9 importante, pois todas tem o seu valor. A osteopatia n\u00e3o tem todas as respostas e tratamento, principalmente nos par\u00e2metros maiores, portanto, estar aberto para outras terapias,&nbsp; tamb\u00e9m \u00e9 osteop\u00e1tico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Referencias Bibliogr\u00e1fica<\/p>\n\n\n\n<ol><li><a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/26066402\">Nehra A, Alterowitz R, Culkin DJ, et al<\/a>: Peyronie&#8217;s disease. American Urological Association clinical guideline.&nbsp;J Urol&nbsp;194(3):745-753, 2015. doi: 10.1016\/j.juro.2015.05.098.<\/li><li>https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/26066402<\/li><li>https:\/\/www.aboz.org.br<\/li><li>Vis\u00e3o Acad\u00eamica, Curitiba, v.18 n.3, Jul. &#8211; Set.\/2017 &#8211; ISSN 1518-8361&nbsp;<\/li><li>Netter FH. Atlas de anatomia humana. 5\u00aa ed. Porto Alegre: ArtMed, 2011.<\/li><li>GUYTON &amp; HALL, Tratado de Fisiologia M\u00e9dica, John E. Hall, Ph.D.; 12<sup>a<\/sup> edi\u00e7\u00e3o \u2013 Elsevier Editora Ltda. \u2013 Rio de Janeiro \u2013 2011.<\/li><li>Dr. Irvin Korr &#8211; Bases fisiol\u00f3gicas de la osteopatia &#8211; Mandala Editiones, Madrid, 2003<\/li><\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Norma M. Nosaki, D.O A doen\u00e7a do Peryonie \u00e9 um fator de inc\u00f4modo e muitas vezes constrangimento do homem.&nbsp; Acomete homens adultos geralmente sexualmente ativos, cerca de 13 a 15%. 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