{"id":2196,"date":"2022-05-25T18:07:43","date_gmt":"2022-05-25T18:07:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=2196"},"modified":"2022-05-25T18:07:44","modified_gmt":"2022-05-25T18:07:44","slug":"o-calcaneo-e-seus-movimentos-artrocinematicos-triplanares-na-articulacao-subtalar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/o-calcaneo-e-seus-movimentos-artrocinematicos-triplanares-na-articulacao-subtalar\/","title":{"rendered":"O calc\u00e2neo e seus movimentos artrocinem\u00e1ticos triplanares na articula\u00e7\u00e3o subtalar"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Marcio Ogido<\/p>\n\n\n\n<p>Localizado no retrop\u00e9 e tamb\u00e9m fazendo parte do raio lateral (figura 1), essa estrutura \u201crobusta e encorpada\u201d \u00e9 o maior e mais forte osso do tarso, possui um papel fundamental durante a descarga de peso na posi\u00e7\u00e3o ortost\u00e1tica ou na din\u00e2mica da marcha, corrida ou saltos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Todas as estruturas podais recebem uma carga descendente do peso do corpo, direta ou indiretamente, por\u00e9m maior parte do peso que chega ao p\u00e9 \u00e9 transferido para o solo pelo calc\u00e2neo, justificando assim o seu tamanho em rela\u00e7\u00e3o aos ossos adjacentes (figura 2).<\/p>\n\n\n\n<p>Para diminuir o impacto do contato no solo, uma grossa camada de tecido adiposo (figura3) est\u00e1 presente entre o osso e a pele, servindo como um \u201cacolchoamento\u201d dissipando as for\u00e7as a incidir sobre essa regi\u00e3o. Esse tecido gorduroso tem uma tend\u00eancia a diminuir com a idade, podendo gerar desconfortos quando estiver muito tempo em p\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>O osso calc\u00e2neo se articula com o t\u00e1lus superiormente (subalar) e \u00e2ntero lateralmente com o cuboide (calc\u00e2neo cuboide);<\/p>\n\n\n\n<p>O calc\u00e2neo se movimenta nos 3 planos na subalar (figura 3):<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Plano frontal<\/strong>: prona\u00e7\u00e3o e supina\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Plano sagital<\/strong>: flex\u00e3o e extens\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Plano horizontal<\/strong>: adu\u00e7\u00e3o e abdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em cadeia cin\u00e9tica aberta, a somat\u00f3ria dos 3 movimentos do calc\u00e2neo mais os outros ossos do p\u00e9 resultam nos movimentos osteocinem\u00e1ticos, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Invers\u00e3o do p\u00e9<\/strong> = movimento de extens\u00e3o, supina\u00e7\u00e3o e adu\u00e7\u00e3o do calc\u00e2neo;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Evers\u00e3o do p\u00e9<\/strong> = movimento de flex\u00e3o, prona\u00e7\u00e3o e abdu\u00e7\u00e3o do calc\u00e2neo.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a marcha esses pequenos movimentos ajudam a adaptar \u00e0s adversidades do terreno e ajudam a minimizar as compensa\u00e7\u00f5es da irregularidade do solo nas articula\u00e7\u00f5es superiores diminuindo assim poss\u00edveis les\u00f5es por sobrecarga.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Marcio Ogido Localizado no retrop\u00e9 e tamb\u00e9m fazendo parte do raio lateral (figura 1), essa estrutura \u201crobusta e encorpada\u201d \u00e9 o maior e mais forte osso do tarso, possui um papel fundamental durante a descarga de peso na posi\u00e7\u00e3o ortost\u00e1tica ou na din\u00e2mica da marcha, corrida ou saltos. Todas as estruturas podais recebem uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2197,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","inline_featured_image":false,"_mi_skip_tracking":false},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2196"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2196"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2196\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2198,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2196\/revisions\/2198"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2197"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2196"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2196"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2196"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}