{"id":2264,"date":"2024-05-14T13:44:31","date_gmt":"2024-05-14T13:44:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=2264"},"modified":"2024-05-14T18:11:44","modified_gmt":"2024-05-14T18:11:44","slug":"influencia-do-tratamento-osteopatico-na-dor-e-na-mobilidade-do-ombro-relato-de-caso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/influencia-do-tratamento-osteopatico-na-dor-e-na-mobilidade-do-ombro-relato-de-caso\/","title":{"rendered":"Influ\u00eancia do tratamento osteop\u00e1tico na dor e na mobilidade do ombro: relato de caso"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Por: <\/strong>Ma\u00edra Sgobbi de Faria<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Supervisor: <\/strong>Marcelo Zanirato, C.E.I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A dor no ombro n\u00e3o traum\u00e1tica \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o musculoesquel\u00e9tica comum na popula\u00e7\u00e3o em geral, com um pico de preval\u00eancia de 30% em indiv\u00edduos de 55 a 64 anos. Os dist\u00farbios no ombro est\u00e3o em terceiro lugar entre as raz\u00f5es musculoesquel\u00e9ticas nas consultas de cuidados prim\u00e1rios, representando 14% dos atendimentos em geral. Caracteriza-se por dor localizada na regi\u00e3o do m\u00fasculo deltoide, articula\u00e7\u00e3o acromioclavicular, parte superior do m\u00fasculo trap\u00e9zio e nos m\u00fasculos da esc\u00e1pula\u00b9.<\/p>\n\n\n\n<p>O complexo do ombro e o m\u00fasculo diafragma t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o clara atrav\u00e9s da inerva\u00e7\u00e3o e da conex\u00e3o do tecido miofascial\u00b2. A inerva\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por meio do nervo fr\u00eanico, cujas ra\u00edzes saem das v\u00e9rtebras cervicais C3-C5. A rela\u00e7\u00e3o miofascial ocorre, principalmente, por meio do centro fr\u00eanico e do m\u00fasculo diafragma.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 pouca pesquisa experimental sobre abordagens de tratamento osteop\u00e1tico para dor no ombro\u00b9. Na revis\u00e3o sistem\u00e1tica de Pieters, L., <em>et al<\/em>. e no ensaio cl\u00ednico randomizado de Vinuesa-Montoya, S., <em>et al<\/em>, a terapia manual associada ao exerc\u00edcio, demonstra resultados positivos na redu\u00e7\u00e3o da dor no ombro quando comparada apenas ao exerc\u00edcio<sup>3 ,4<\/sup>. Um ensaio controlado randomizado pragm\u00e1tico de Schwerla, F., <em>et al.<\/em> demonstraram que uma interven\u00e7\u00e3o de cinco tratamentos osteop\u00e1ticos no per\u00edodo de 8 semanas levaram a mudan\u00e7as positivas estatisticamente significativas e clinicamente relevantes de dor e incapacidade em pacientes com dor no ombro\u00b9.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, devido \u00e0 grande incid\u00eancia de dor no ombro e aos benef\u00edcios que as t\u00e9cnicas osteop\u00e1ticas podem proporcionar para essa condi\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante verificar a influ\u00eancia do tratamento osteop\u00e1tico na dor no ombro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relato de caso cl\u00ednico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O presente caso cl\u00ednico que ser\u00e1 apresentado foi desenvolvido durante o per\u00edodo de resid\u00eancia cl\u00ednica I, na cl\u00ednica-escola de osteopatia do IDOT na cidade de Presidente Prudente\/SP.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211;<\/strong><strong><em>Apresenta\u00e7\u00e3o da paciente<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Paciente:<\/em> sexo feminino, 53 anos e balconista.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Queixa prim\u00e1ria:<\/em> dor no ombro direito durante movimento de abdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Queixas secund\u00e1rias:<\/em> dor no punho.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Hist\u00f3rico m\u00e9dico:<\/em> diverticulite, litotripsia, retirada de n\u00f3dulo na mama.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Co-morbidades:<\/em> diverticulite.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Interven\u00e7\u00f5es passadas:<\/em> fisioterapia convencional realizada em casa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8211;<\/strong><strong><em>Avalia\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Testes de exclus\u00e3o:<\/em> teste de Dekleyn positivo, teste de Jackson e descompress\u00e3o negativo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Teste relacional funcional:<\/em> Lift de pulm\u00e3o direito e pulso radial com estimula\u00e7\u00e3o de cicatriz lateral no seio direito.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Teste referencial:<\/em> manobra de Converg\u00eancia Podal.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exames laboratoriais:<\/em> n\u00e3o dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Exames de imagem:<\/em> n\u00e3o dispon\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Mensura\u00e7\u00f5es: <\/em>question\u00e1rio de qualidade de vida SF-36, Escala Visual Anal\u00f3gica (EVA) para avalia\u00e7\u00e3o da dor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>-Sistemas encontrados na avalia\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Sistemas musculoesquel\u00e9tico, neural, postural e visceral (tabela 1).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tabela 1:<\/strong> Par\u00e2metros e sistemas envolvidos ap\u00f3s avalia\u00e7\u00e3o e anamnese&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><\/td><td><strong>Sistemas musculoesquel\u00e9tico&nbsp;<\/strong><strong>e neural<\/strong><\/td><td><strong>Sistema postural<\/strong><\/td><td><strong>Sistemas visceral e vascular<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Queixa Principal<\/strong><\/td><td>X1<\/td><td><\/td><td><\/td><\/tr><tr><td><strong>Anamnese<\/strong><\/td><td>X2<\/td><td><\/td><td>X3<\/td><\/tr><tr><td><strong>Teste Referencial<\/strong><\/td><td>X4<\/td><td>X4<\/td><td>X5<\/td><\/tr><tr><td><strong>Teste Relacional Funcional<\/strong><\/td><td>X6<\/td><td>X7<\/td><td>X8<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>X1: dor na abdu\u00e7\u00e3o do ombro; X2: dor apenas quando realiza o movimento, dor \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o; X3: hemit\u00f3rax direito n\u00e3o realiza eleva\u00e7\u00e3o durante a inspira\u00e7\u00e3o; X4: manobra de converg\u00eancia podal; X5: kinesiologia aplicada ao pulm\u00e3o X6: anterioriza\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a umeral; X7: estimula\u00e7\u00e3o da cicatriz; X8: lift de pulm\u00e3o direito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>-Planejamento&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quadro 1:<\/strong> Planejamento dos atendimentos<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong><em>1\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>anamnese, EVA, question\u00e1rio SF-36, teste referencial, teste relacional funcional e mensura\u00e7\u00f5es.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>2\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>abrir sistema musculoesquel\u00e9tico.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>3\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>checar o sistema musculoesquel\u00e9tico e abrir o sistema visceral.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>4\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>checar sistemas musculoesquel\u00e9tico e visceral, e abrir o sistema postural.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>5\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>checar sistemas musculoesquel\u00e9tico, postural e visceral.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>6\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>checar todos os sistemas abordados, reavaliar e aplicar o question\u00e1rio SF-36.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>-Tratamento<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;<\/strong>Foram realizados 6 atendimentos na cl\u00ednica-escola de Osteopatia &#8211; IDOT, com dura\u00e7\u00e3o de 50 minutos de cada sess\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>-Interven\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tabela 2:<\/strong> Descri\u00e7\u00e3o das interven\u00e7\u00f5es realizadas nos 6 atendimentos<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong><em>1\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>anamnese, aplica\u00e7\u00e3o do question\u00e1rio SF-36 (qualidade de vida), aplica\u00e7\u00e3o da escala EVA (dor), teste referencial&nbsp; (MCP), relacional funcional (lift de pulm\u00e3o direito e anterioriza\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a umeral).<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>2\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>abertura dos envelopes de musculoesquel\u00e9tico e neural (ME). Libera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea do plexo cervical, satura\u00e7\u00e3o neural do plexo cervical, n. fr\u00eanico e n. acess\u00f3rio, glide cervical (C2\/C3, C3\/C4, C4\/C5, C5\/C6), inibi\u00e7\u00e3o com aproxima\u00e7\u00e3o de supraescapular, trap\u00e9zio, deltoide, libera\u00e7\u00e3o do diafragma e centro f\u00eanico.&nbsp;Mobiliza\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a umeral e t\u00e9cnica em neutro para a articula\u00e7\u00e3o glenoumeral. Final da sess\u00e3o com reteste da ADM ativa de ombro.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>3\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>verifica\u00e7\u00e3o dos sistemas musculoesquel\u00e9tico e visceral, abertura do sistema postural. Menos dor nas atividades do trabalho. Satura\u00e7\u00e3o de n. axilar, n. supraespinhal e n. infraespinhal. Continuidade nas t\u00e9cnicas de inibi\u00e7\u00e3o muscular. Mobiliza\u00e7\u00e3o do m\u00fasculo deltoide. Satura\u00e7\u00e3o dos n. tor\u00e1cico longo e subclavicular. Trabalho na cicatriz da mama \u2013 cicatriz patol\u00f3gica. Satura\u00e7\u00e3o dos nn. tor\u00e1cico longo e subclavicular.&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>4\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>relata n\u00e3o sentir dor, apenas sensa\u00e7\u00e3o do membro \u201cpesado\u201d. Continua\u00e7\u00e3o do trabalho com a cicatriz da mama e t\u00e9cnicas musculares. Avalia\u00e7\u00e3o e tratamento dos ligamentos da c\u00fapula pleural. Mobiliza\u00e7\u00e3o A-P da cabe\u00e7a do \u00famero e t\u00e9cnica global para glenoumeral.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>5\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>Continua\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas anteriores. T\u00e9cnica para mobilidade do pulm\u00e3o. Satura\u00e7\u00e3o de n. infraespinhoso e n. dorsal da esc\u00e1pula. Inibi\u00e7\u00e3o com aproxima\u00e7\u00e3o de infraescapular, subescapular e peitoral menor.<\/td><\/tr><tr><td><strong><em>6\u00ba Atendimento<\/em><\/strong><\/td><td>Inibi\u00e7\u00e3o com a aproxima\u00e7\u00e3o de infraescapular e subescapular. Mobiliza\u00e7\u00e3o global da esc\u00e1pula. Mobiliza\u00e7\u00e3o em baixa amplitude para cabe\u00e7a do \u00famero em superioridade. Finaliza\u00e7\u00e3o do tratamento<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>-Resultados&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A seguir s\u00e3o apresentados os resultados relacionados aos desfechos avaliados. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de dor referida pela paciente, podemos observar pelo gr\u00e1fico 1, referente \u00e0 Escala Visual Anal\u00f3gica de dor (EVA).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/bsx4Kt0-aAoIxAuCitOCKX3xkUTi_aUxZJTbyTy6nWr0IvWxZqsQzdwtaUF2R1BwBR_jxkQ0oL-Tpcb8weKvkMjPe8H-IxatLpVB6MP3PA337M7HOABblwhUw2Sw7c7i5wdI3XSYKbBFoACneRGh\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Gr\u00e1fico 1.<\/strong> Escala Visual Anal\u00f3gica (EVA) pr\u00e9 e p\u00f3s-tratamento&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a qualidade de vida, mensurada por meio do question\u00e1rio SF-36 (gr\u00e1fico 2), observamos que houve aumento dos valores para todos os dom\u00ednios avaliados, indicando que o tratamento possibilitou melhora na qualidade de vida da paciente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/IWkYbkhH88lLccIVA_ojBfia3ZQ0Xtd-vW4s9aoFqCZQoGVAj24J29V9qKSGCv0pfVy5Tfsq1Z1FZV7XBD4W-YwkqJ67xC7q1X7k-MyOBYRLEwsCO-dUXNXTIpVmNzfuzLmgsHzwt6fuxrxamRru\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2.<\/strong> Avalia\u00e7\u00e3o da qualidade de vida por meio do question\u00e1rio SF-36 pr\u00e9 e p\u00f3s-tratamento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A figura 1 demonstra a avalia\u00e7\u00e3o qualitativa do tratamento musculoesquel\u00e9tico e visceral, comparando o 1\u00ba e o 2\u00ba atendimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/jDE_SABdVaE1eLuLPdE09kaoXEC0VeLaM4IORmUHIWEFxtfcmVqeR7RRDfzDQoht3t8BYnjOeODgs-0YoYwBF-QgdieTjzV_7yEhuTOBKekqV7xs7s3-5XaDt200AZKZgLUeJ6kpwnfNGgVK-bAa\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/SZkw464H8asOZLOO-s9EdnE_U9IF3AdliSaiz45g_T2KQ1xdP5mJBAnTbtHNT0ia0IDMNGzp2tPMya4QsmezohZ7DaJc7YmDOarFYmK5e38XlPLFtNrW_40SxUfY479Wzo3MmwLT1VELwuz6wE0T\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Figura 1.<\/strong> Amplitude de movimento de abdu\u00e7\u00e3o de ombro (p\u00f3s-tratamento), comparando os dois primeiros atendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A figura 2 demonstra a avalia\u00e7\u00e3o qualitativa do tratamento musculoesquel\u00e9tico e visceral (3\u00ba atendimento) comparado ao tratamento que incluiu o sistema postural (4\u00ba atendimento).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/SZkw464H8asOZLOO-s9EdnE_U9IF3AdliSaiz45g_T2KQ1xdP5mJBAnTbtHNT0ia0IDMNGzp2tPMya4QsmezohZ7DaJc7YmDOarFYmK5e38XlPLFtNrW_40SxUfY479Wzo3MmwLT1VELwuz6wE0T\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/VsKhRZkP_xIy5Kx01pdC4KoVP7TF5Q35ay24qpUy2lJfigFegzQHK93iT8TlgVhH3uBQSVMj-XiaB0QvJZ2-rnbNifgrY3zqOTX22teMrVhK2-69UcZeQeFhbjMca27ByVPE4BdptY9uYyYT728_\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/KiRJx9AlKwP-Xihib855avFRfRduvmigy7WxVcZnytpktWf5ExeyrUXUgfRGPHtqc0pTLAUZvVBDx9gZbNooFdm30DenKMHdDKEQ1IPKPtOIZ-dofO-35xVn6HMXc-hJMmy4OukZdvKuIM0fNNJN\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>&nbsp;<strong>Figura 2. <\/strong>Compara\u00e7\u00e3o da ADM de abdu\u00e7\u00e3o de ombro comparando a 2\u00aa sess\u00e3o com a 3\u00aa e 4\u00aa sess\u00f5es, onde foram inclu\u00eddos o tratamento da cicatriz da mama.<\/p>\n\n\n\n<p>A figura 3 demonstra a avalia\u00e7\u00e3o qualitativa do movimento comparando o 5\u00ba e o 6\u00ba atendimento, onde na 5\u00aa sess\u00e3o a paciente relatava apenas a sensa\u00e7\u00e3o de cansa\u00e7o no bra\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/wSBpykW6iwmsR29Sad9SWln9BcwueXW84vLNryPth4TviuE_Djw1DvfM9t4wCDYBtaz0grkJQefBtrDBwZH7IhpF2M0cNWL7IMULdIwy4Yv-oW0EZ9T8RiARsrwcysV9lT7DHtgB3Q183t4TVYpl\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/BB9_Ycbad7KkprpKSwm-XkIcU_pSrVVCBnYd4rnfpiVAXtE76GSZX-cpzORxGnmpPsgj_yT2rQ2nzF-C2MTjfGFl6I53_zO1Xnw7V7WQlqKpyIfw1KzxDg8-axKTGTrNaX_QGpAH9--UP178YSbj\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Figura 3. <\/strong>Compara\u00e7\u00e3o da ADM de abdu\u00e7\u00e3o de ombro comparando o 5\u00ba com o 6\u00ba atendimento<\/p>\n\n\n\n<p>Para a avalia\u00e7\u00e3o da dor, mensurada atrav\u00e9s da Escala Visual Anal\u00f3gica (gr\u00e1fico 1), observamos redu\u00e7\u00e3o gradual da dor, at\u00e9 a aus\u00eancia de dor na \u00faltima sess\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2.<\/strong> Avalia\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de dor por meio da escala EVA pr\u00e9 e p\u00f3s-tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>-Conclus\u00e3o<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento osteop\u00e1tico em paciente com dor e diminui\u00e7\u00e3o da mobilidade do ombro associada a tens\u00f5es relacionadas ao pulm\u00e3o foi capaz de produzir efeitos positivos na melhora dos n\u00edveis de dor, qualidade de vida e amplitude de movimento de ombro.&nbsp; Esses resultados demonstram a import\u00e2ncia da avalia\u00e7\u00e3o dos sistemas corporais como um todo e que t\u00e9cnicas locais sobre o sistema visceral podem ser uma alternativa importante no tratamento do ombro, auxiliando o processo de autocura e homeostasia do corpo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>-Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1- Schwerla F, Hinse T, Klosterkamp M, Schmitt T, R\u00fctz M, Resch KL. Osteopathic treatment of patients with shoulder pain. A pragmatic randomized controlled trial. J Bodyw Mov Ther. 2020 Jul;24(3):21-28. doi: 10.1016\/j.jbmt.2020.02.009. Epub 2020 Feb 22. PMID: 32825990.<\/p>\n\n\n\n<p>2- Fern\u00e1ndez-L\u00f3pez I, Pe\u00f1a-Otero D, At\u00edn-Arratibel ML\u00c1, Eguillor-Mutiloa M, Bravo-Llatas C, Genov\u00e9s-Crespo M, Callejas-Gonz\u00e1lez FJ. Effects of diaphragm muscle treatment in shoulder pain and mobility in subjects with rotator cuff injuries: A dataset derived from a pilot clinical trial. Data Brief. 2021 Feb 12;35:106867. doi: 10.1016\/j.dib.2021.106867. PMID: 33665260; PMCID: PMC7905368.<\/p>\n\n\n\n<p>3- Pieters L, Lewis J, Kuppens K, Jochems J, Bruijstens T, Joossens L, Struyf F. An Update of Systematic Reviews Examining the Effectiveness of Conservative Physical Therapy Interventions for Subacromial Shoulder Pain. J Orthop Sports Phys Ther. 2020 Mar;50(3):131-141. doi: 10.2519\/jospt.2020.8498. Epub 2019 Nov 15. PMID: 31726927.<\/p>\n\n\n\n<p>4- Vinuesa-Montoya S, Aguilar-Ferr\u00e1ndiz ME, Matar\u00e1n-Pe\u00f1arrocha GA, Fern\u00e1ndez-S\u00e1nchez M, Fern\u00e1ndez-Espinar EM, Castro-S\u00e1nchez AM. A Preliminary Randomized Clinical Trial on the Effect of Cervicothoracic Manipulation Plus Supervised Exercises vs a Home Exercise Program for the Treatment of Shoulder Impingement. J Chiropr Med. 2017 Jun;16(2):85-93. doi: 10.1016\/j.jcm.2016.10.002. Epub 2016 Nov 24. PMID: 28559748; PMCID: PMC5440641.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Ma\u00edra Sgobbi de Faria Supervisor: Marcelo Zanirato, C.E.I.&nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o A dor no ombro n\u00e3o traum\u00e1tica \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o musculoesquel\u00e9tica comum na popula\u00e7\u00e3o em geral, com um pico de preval\u00eancia de 30% em indiv\u00edduos de 55 a 64 anos. 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