{"id":90,"date":"2012-09-27T21:18:23","date_gmt":"2012-09-27T21:18:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/?p=90"},"modified":"2022-03-04T15:24:02","modified_gmt":"2022-03-04T15:24:02","slug":"caso-clinico-tratamento-osteopatico-na-dor-de-joelho-cronica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/caso-clinico-tratamento-osteopatico-na-dor-de-joelho-cronica\/","title":{"rendered":"Tratamento Osteop\u00e1tico na dor de joelho cr\u00f4nica"},"content":{"rendered":"<p><strong>ANAMNESE<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nome:<\/strong> V. S. Idade: 23 anos<br \/>\n<strong>G\u00eanero:<\/strong> Masculino<br \/>\n<strong>Profiss\u00e3o:<\/strong> estudande, jogador universit\u00e1rio de basquete.<\/p>\n<p><strong>Queixa Principal:<\/strong> Dor no joelho direito h\u00e1 mais de dois meses, que piorou nas ultimas duas semanas.<\/p>\n<p><strong>HDA<\/strong><br \/>\nNo m\u00eas de agosto come\u00e7ou a sentir dores no joelho direito durante os treinamentos. Essas dores permaneciam por um ou 2 dias ap\u00f3s os treinos. Por\u00e9m, Nas ultimas duas semanas o n\u00edvel da dor aumentou (EVA = 09) e se tornou constante, entretanto ainda conseguia treinar e jogar. No ultimo treino n\u00e3o conseguiu terminar os exerc\u00edcios, porque a dor era incapacitante. Durante a consulta relatou dor para permanecer em p\u00e9 e ainda dificuldade em atividades cotidianas b\u00e1sicas como dirigir.<\/p>\n<p><strong>HDP<\/strong><br \/>\nNa inf\u00e2ncia teve S\u00edndrome de Osgood-Schlatter no joelho direito.<\/p>\n<p><strong>Condutas Anteriores<\/strong><br \/>\nFez uso de AINH por 2 semanas antes de procurar tratamento.<\/p>\n<p><strong>AVALIA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o F\u00edsica<\/strong><br \/>\nAo exame f\u00edsico o paciente demonstrou dor \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o da tuberosidade tibial. Dor para permanecer de p\u00e9, que aliviava quando sentava. Dor para fazer agachamento, para flexionar e estender o joelho direito. Para todos os movimentos a dor era na tuberosidade tibial. Antes do tratamento o paciente foi fotografado fazendo agachamento at\u00e9 a amplitude que a dor iniciava (fig. 1). Durante o agachamento o paciente relatou dor com EVA = 9 no meio do movimento e fez maior descarga de peso na perna direita. Este teste foi adotado como par\u00e2metro de evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o Osteop\u00e1tica Estrutural<\/strong><br \/>\nObservou-se uma fixa\u00e7\u00e3o bilateral dos il\u00edacos formando uma tor\u00e7\u00e3o, onde encontramos: uma disfun\u00e7\u00e3o em anterioridade do il\u00edaco direito com imbrica\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o maior e uma disfun\u00e7\u00e3o em posterioridade do il\u00edaco esquerdo com imbrica\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o menor.<br \/>\nAs v\u00e9rtebras lombares L4 e L5 se apresentavam em rota\u00e7\u00e3o a esquerda por tra\u00e7\u00e3o dos ligamentos \u00edlio-lombares.<br \/>\nO sacro estava em posi\u00e7\u00e3o relativa aos il\u00edacos com base unilateral posterior a direita.<br \/>\nAs v\u00e9rtebras tor\u00e1cicas T5 a T8 mostravam disfun\u00e7\u00f5es bilaterais em flex\u00e3o (fig. 3).<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot15.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-170\" title=\"idot(15)\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot15.png\" alt=\"\" width=\"332\" height=\"313\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot15.png 332w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot15-300x282.png 300w\" sizes=\"(max-width: 332px) 100vw, 332px\" \/><\/a>ESTRAT\u00c9GIA DE TRATAMENTO<\/strong>Tendo em vista o exame osteop\u00e1tico estrutural pode-se observar a intima rela\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica da disfun\u00e7\u00e3o il\u00edaca em anterioridade a direita por um espasmo do m\u00fasculo reto femoral. O M\u00fasculo reto femoral se origina da espinha il\u00edaca \u00e2ntero-inferior e se insere na tuberosidade tibial (local dos sintomas do paciente). A disfun\u00e7\u00e3o muscular provocada por espasmos compromete o bom recrutamento muscular durante os movimentos interferindo na coordena\u00e7\u00e3o, for\u00e7a, resist\u00eancia, flexibilidade e em dissipar energia mec\u00e2nica produzida pelas descargas de peso durante os movimentos, principalmente os mais impactantes (saltos e corridas em alta intensidade).<br \/>\nPortanto, um espasmo no m\u00fasculo reto femoral poder\u00e1 sobrecarregar a articula\u00e7\u00e3o do joelho durante atividades cotidianas e esportivas.<\/p>\n<p>Paciente realizou apenas uma sess\u00e3o no dia 05\/10\/2011 com dura\u00e7\u00e3o de aproximadamente 60 minutos.<br \/>\nT\u00e9cnicas utilizadas:<br \/>\n\u2022 T\u00e9cnica de Thrust para corre\u00e7\u00e3o dos il\u00edacos (anterior direito e posterior esquerdo).<br \/>\n\u2022 T\u00e9cnica de m\u00fasculo energia para tor\u00e7\u00e3o il\u00edaca.<br \/>\nA fim de estudo da efic\u00e1cia das t\u00e9cnicas n\u00e3o foram feitas t\u00e9cnicas de stretching muscular e t\u00e9cnicas neurais.<br \/>\nO objetivo do tratamento foi melhorar o funcionamento das articula\u00e7\u00f5es il\u00edacas desse modo aliviando as tens\u00f5es mec\u00e2nicas do reto femoral sobre o joelho sintom\u00e1tico e ainda diminuir o espasmo muscular.<\/p>\n<p><strong>RESULTADOS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot16.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-171\" title=\"idot(16)\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot16.png\" alt=\"\" width=\"329\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot16.png 329w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot16-300x262.png 300w\" sizes=\"(max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><\/a>AVALIA\u00c7\u00c3O OSTEOP\u00c1TICA VISCERAL<\/strong>Com tratamento estrutural ainda na sess\u00e3o o paciente relatou melhora de 50{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} no n\u00edvel da dor EVA = 5, e ainda foi observado aumento da amplitude no teste funcional (agachamento) (Fig. 2).<\/p>\n<p>Ainda na mesma sess\u00e3o optou-se por fazer uma avalia\u00e7\u00e3o osteop\u00e1tica visceral em busca de altera\u00e7\u00f5es em outros sistemas que poderiam contribuir para forma\u00e7\u00e3o das disfun\u00e7\u00f5es e sintomas. Os achados da avalia\u00e7\u00e3o segue abaixo:<br \/>\n\u2022 Ausculta geral: Oscila\u00e7\u00e3o anterior, alavanca longa;<br \/>\n\u2022 Ausculta local: converg\u00eancia para regi\u00e3o umbilical;<br \/>\n\u2022 Teste de Kinesiologia aplicada: positivo para intestino delgado;<br \/>\n\u2022 Anamnese: uma evacua\u00e7\u00e3o a cada dois dias no ultimo m\u00eas. Alimenta\u00e7\u00e3o pobre em fibras.<\/p>\n<p><strong>CADEIA DISFUNCIONAL<\/strong><br \/>\n<strong>Intera\u00e7\u00e3o com sistema visceral<\/strong><\/p>\n<p>A partir dos achados cl\u00ednicos da avalia\u00e7\u00e3o estrutural e visceral buscou-se elaborar uma hip\u00f3tese explicativa para forma\u00e7\u00e3o dos sintomas. Desse modo, foi poss\u00edvel encontrar os elementos anat\u00f4micos e metam\u00e9ricos que sustentam a conex\u00e3o entre o sistema visceral e o aparelho m\u00fasculo-esquel\u00e9tico (fig. 3).<\/p>\n<p><strong>Elementos metam\u00e9ricos<\/strong><\/p>\n<p>A inerva\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica do intestino delgado se origina dos segmentos medulares de T5 a T9 e atingem o plexo cel\u00edaco atrav\u00e9s dos troncos simp\u00e1ticos e nervos espl\u00e2nicos maiores.<br \/>\nOs intestinos s\u00e3o insens\u00edveis para maioria dos est\u00edmulos dolorosos, incluindo corte e queimadura; contudo, ele \u00e9 sens\u00edvel \u00e0 distens\u00e3o, que \u00e9 percebida como c\u00e3ibras ou c\u00f3licas (K. l. MOORE, 2011).<br \/>\nEssa caracter\u00edstica sensorial dos intestinos pode justificar porque um estiramento sobre raiz do mesent\u00e9rio por uma disfun\u00e7\u00e3o il\u00edaca provoca um reflexo patol\u00f3gico sentido como escler\u00f3tomos na regi\u00e3o de T5 a T9.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Cadeia Disfuncional<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_93\" style=\"width: 386px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/cadeia-disfuncional.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-93\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-93 \" title=\"cadeia disfuncional\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/cadeia-disfuncional.jpg\" alt=\"\" width=\"376\" height=\"344\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/cadeia-disfuncional.jpg 470w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/cadeia-disfuncional-300x274.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 376px) 100vw, 376px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-93\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3: diagrama esquem\u00e1tico da cadeia disfuncional, mostrando a intera\u00e7\u00e3o viscero-som\u00e1tica na forma\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Elementos anat\u00f4micos<\/strong><\/p>\n<p>Raiz do mesent\u00e9rio (fig. 4): \u00e9 a origem do mesent\u00e9rio, tem aproximadamente 15 cm. Ela se estende da jun\u00e7\u00e3o duodeno jejunal no lado esquerdo da v\u00e9rtebra L2 at\u00e9 a jun\u00e7\u00e3o ileoc\u00f3lica e a articula\u00e7\u00e3o sacroil\u00edaca direita. A raiz do mesent\u00e9rio cruza sucessivamente:<br \/>\n\u2022 Duodeno;<br \/>\n\u2022 Parte abdominal da aorta;<br \/>\n\u2022 Veia cava inferior;<br \/>\n\u2022 Ureter direito;<br \/>\n\u2022 M\u00fasculo psoas maior direito;<br \/>\n\u2022 Vasos testicular ou ov\u00e1rico direitos (K. l. MOORE, 2011).<\/p>\n<p>Uma hip\u00f3tese explicativa para os achados compreendem alguns fatores: o fator mec\u00e2nico que conecta a articula\u00e7\u00e3o sacroil\u00edaca direita e o m\u00fasculo psoas maior (envolvidos na disfun\u00e7\u00e3o do il\u00edaco em anterioridade) ao intestino. Nessa situa\u00e7\u00e3o o m\u00fasculo psoas se encontra estirado e a partir da sua liga\u00e7\u00e3o com a raiz mesent\u00e9rica poderia interferir na mobilidade das al\u00e7as intestinais. O mau funcionamento do intestino provocaria afer\u00eancias aberrantes ao SNC desencadeando disfun\u00e7\u00f5es som\u00e1ticas nos segmentos tor\u00e1cicos de T5 \u00e1 T8 sentidos como escler\u00f3tomos.<br \/>\nO meio ambiente f\u00edsico do paciente (treinamento de basquete) pode ser respons\u00e1vel por desencadear a disfun\u00e7\u00e3o il\u00edaca, uma vez que saltos com desacelera\u00e7\u00f5es unilaterais s\u00e3o constantes nesse esporte.<br \/>\nEssa cadeia disfuncional poderia ainda ser constru\u00edda pelo caminho inverso adotando o intestino como fator prim\u00e1rio das disfun\u00e7\u00f5es. Usando como justificativa para esse fato o meio ambiente nutricional com uma dieta pobre em fibras, determinante na perda da mobilidade dessa v\u00edscera.<\/p>\n<div id=\"attachment_94\" style=\"width: 333px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/raiz-do-mesent\u00e9rio.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-94\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-94 \" title=\"raiz do mesent\u00e9rio\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/raiz-do-mesent\u00e9rio.jpg\" alt=\"\" width=\"323\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/raiz-do-mesent\u00e9rio.jpg 404w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/raiz-do-mesent\u00e9rio-260x300.jpg 260w\" sizes=\"(max-width: 323px) 100vw, 323px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-94\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4: Raiz do mesent\u00e9rio (L. Busquet, 2006).<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TRATAMENTO FASCIAL<\/strong><\/p>\n<p>\u2022 Libera\u00e7\u00e3o e harmoniza\u00e7\u00e3o das al\u00e7as intestinais com t\u00e9cnicas de mobilidade;<br \/>\n\u2022 Normaliza\u00e7\u00e3o da motilidade do intestino;<br \/>\n\u2022 Libera\u00e7\u00e3o da f\u00e1scia superficial do joelho direito.<\/p>\n<p><strong>RESULTADOS<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s tratamento fascial o paciente relatou melhora total dos sintomas para o teste de agachamento EVA = 0 (fig. 5). N\u00e3o apresentou mais dores para permanecer em p\u00e9 ou fazer movimentos ativos com a articula\u00e7\u00e3o do joelho (flex\u00e3o e extens\u00e3o).<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot17.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-172\" title=\"idot(17)\" src=\"http:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot17.png\" alt=\"\" width=\"331\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot17.png 331w, https:\/\/www.idot.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/idot17-300x235.png 300w\" sizes=\"(max-width: 331px) 100vw, 331px\" \/><\/a>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong>O paciente foi orientado a n\u00e3o treinar ou jogar basquete por uma semana. Aumentar a ingest\u00e3o de l\u00edquidos para 2,5 L por dia. Modificar a dieta aumentando a ingest\u00e3o de frutas, verduras e legumes.<br \/>\nPaciente retornou no dia 20\/10\/2011. Nessa sess\u00e3o relatou que o ficou assintom\u00e1tico por uma semana. Por\u00e9m, quando retornou os treinamentos de basquete sentiu dores ap\u00f3s o treino EVA = 3. Na avalia\u00e7\u00e3o f\u00edsica o paciente apresentou dor para correr (10 m) EVA = 3. Dor a palpa\u00e7\u00e3o da tuberosidade tibial. Apenas o il\u00edaco direito estava novamente com disfun\u00e7\u00e3o. Foi feita a corre\u00e7\u00e3o do il\u00edaco e repetiu o tratamento fascial. No fim da sess\u00e3o o paciente n\u00e3o relatou dores para correr ou na palpa\u00e7\u00e3o da tuberosidade tibial.<br \/>\nO paciente foi orientado a procurar tratamento se os sintomas retornassem, por\u00e9m n\u00e3o houve procura.<\/p>\n<p>\u2022 MOORE KL, DALLEY AF. Anatomia Orientada para a Cl\u00ednica. 6 ed.: Guanabara Koogan, 2011.<br \/>\n\u2022 BUSQUET, L. Las Cadenas Musculares (Tomo VI): la cadena visceral. 1 ed.: Paidotribo, 2006.<\/p>\n<p><strong>Ft. Osteopata Marcel A. Andrade de Paula<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANAMNESE Nome: V. S. Idade: 23 anos G\u00eanero: Masculino Profiss\u00e3o: estudande, jogador universit\u00e1rio de basquete. Queixa Principal: Dor no joelho direito h\u00e1 mais de dois meses, que piorou nas ultimas duas semanas. HDA No m\u00eas de agosto come\u00e7ou a sentir dores no joelho direito durante os treinamentos. 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