Princípios do Tratamento Osteopático e a Autocura

Princípios do tratamento osteopático e a autocura

Nossos sistemas corporais estão organizados de forma inter-relacionada e interdependente, o que confere as capacidades de compensação e adaptação necessárias para o equilíbrio orgânico e para que o indivíduo se relacione com seu meio de forma mais funcional possível. Apesar dessa capacidade essencial, quando acometido por eventos patogênicos de distintas naturezas, as disfunções criadas podem gerar sintomas e lesões variadas. Nesses casos, e de acordo com a filosofia osteopática, o corpo elaborará estratégias locais e sistêmicas autocurativas em forma de compensação, adaptação e cura, visando à resolução ou atenuação dos problemas. Em definições simplificadas, “a compensação se refere às reações locais dos sistemas envolvidos em demandas específicas, enquanto que adaptação representa o produto final e sistêmico das compensações que possibilitaram a interação do indivíduo às suas demandas, uma espécie de equilíbrio sistêmico alcançado pela soma dos desequilíbrios em harmonia, regidos pela inteligência evolutiva” (Souza, 2016).

Em outras situações, o processo autocurativo poderá ser completado com a restauração da condição prévia ao evento patogênico sob ação dos sistemas imunológicos e de reparação. De forma ilustrativa e simplificada, poderíamos representar esses aspectos na figura 1:

Apesar desse sofisticado sistema, a capacidade autocurativa pode encontrar dificuldades em seu processamento, com o predomínio das disfunções mecano-fisiológicas retardando ou impossibilitando sua finalização satisfatória. Tal cenário novamente esboça a proposição terapêutica da filosofia osteopática, revelada nas palavras de Andrew Taylor Still, como um recado ao Osteopata: “Cabe a você encontrar a obstrução que faz com que os fluidos da vida não atinjam as estruturas em sofrimento”.

Segundo Still (1908), os conceitos fundamentais da Osteopatia podem ser organizados em termos de saúde, doença e assistência ao paciente:

SAÚDE

    1. Saúde é um estado natural de harmonia.
    1. O corpo humano é uma máquina perfeita criada para saúde e atividade.
  1. O estado de saúde existe enquanto houver um fluxo normal de fluídos corporais e atividade neural.

DOENÇA

    1. Doença é um efeito subjacente de causas multifatoriais.
    1. A enfermidade é frequentemente causada por impedimentos ao fluxo normal de fluídos e atividade neural.
  1. O ambiente social, mental e fatores comportamentais contribuem para a etiologia das doenças.

ASSISTÊNCIA AO PACIENTE

    1. O corpo humano fornece toda a química necessária para as demandas dos tecidos e órgãos.
    1. A remoção de impedimentos mecânicos possibilita o ótimo fluxo de fluídos, função nervosa e restauração da saúde.
    1. Os fatores ambientais, culturais, sociais, mentais e comportamentais necessitam ser considerados como parte de qualquer planejamento terapêutico.
  1. Qualquer planejamento terapêutico deve realisticamente reunir as necessidades individuais da pessoa.

Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou o “Benchmarks for training in Osteopathy”, que direcionou os princípios que fundamentam a formação do osteopata, bem como reafirmou as bases preconizadas por Still A.T. Nesse documento, essa sintonia conceitual fica evidente quando descreve os cinco modelos do relacionamento estrutura/função que o osteopata deve considerar na abordagem diagnóstica e terapêutica de suas ações:

1 – Modelo Biomecânico: esse modelo considera o corpo como a integração dos componentes somáticos que respondem pelos mecanismos de postura e equilíbrio. Disfunções desse modelo afetam o gasto energético, a propriocepção, a estrutura articular, a função neurovascular e o metabolismo, sendo tratadas com técnicas osteopáticas manipulativas que utilizam componentes musculoesqueléticos.

2 – Modelo Respiratório/Circulatório: esse modelo relaciona-se com a manutenção do ambiente extra e intracelular através do desimpedimento do fornecimento de oxigênio, nutrientes e remoção de metabólitos. Disfunções desse modelo interferem com o fluxo ou circulação de qualquer fluído corporal, comprometendo a saúde, sendo tratadas por técnicas osteopáticas voltadas à mecânica respiratória, circulação e fluxo de fluídos corporais.

3 – Modelo Neurológico: esse modelo considera a influência da facilitação espinhal, a propriocepção, o sistema nervoso autônomo e a atividade dos nociceptores sobre o sistema neuroendócrino de proteção. Tem importância particular no relacionamento entre os sistemas somático e visceral. Disfunções desse sistema são tratadas com técnicas osteopáticas que visam reduzir o stress mecânico, equilibrar as aferências neurais e eliminar a entrada nociceptiva.

4 – Modelo Biopsicossocial: esse modelo reconhece a influência de vários fatores na saúde e bemestar do indivíduo, como ambientais, socioeconômicos, culturais, fisiológicos e psicológicos. Sob a perspectiva comportamental, o sistema musculoesquelético expressa sensações e emoções em forma de aumento nas tensões neuromusculares secundárias aos estressores biopsicossociais. O trabalho osteopático visa estimular a habilidade do indivíduo em efetivamente controlar, compensar e se adaptar a esses estressores, através de abordagens compassivas, cuidadosas e orientações educativas na promoção de sua qualidade de vida e em suas escolhas comportamentais.

5 – Modelo Bioenergético: esse modelo considera que o corpo procura manter o equilíbrio entre produção, distribuição e gasto energético. A manutenção desse equilíbrio por meio de técnicas osteopáticas vitalistas favorece a habilidade corporal em adaptar-se a estressores físicos, imunológicos, nutricionais e psicológicos, equilibrando produção, distribuição e gasto energético.

Como visto, os conceitos fundamentais do Dr. Still e as proposições da OMS estão em perfeita consonância, tanto no que se refere ao indivíduo em todas as suas faces quanto da importância de seu meio de convivência. Nesses modelos e sobretudo no aspecto bioenergético, devemos considerar que, além das características do meio e os fatos da história de cada pessoa, existem ritmos biológicos extrínsecos e intrínsecos que influenciam nossa fisiologia.

Ritmos biológicos são pacotes de energia disponibilizados em forma de impulsos regulares, porém não constantes e coordenados, como flutuações que possibilitam os sistemas se adaptarem às demandas inconstantes, tanto do meio interno quanto do meio externo.

O termo ritmo circadiano (circa = ao redor; dies = dia) foi mencionado por Hufeland em 1799 como unidade fundamental no tempo biológico, mas bem depois, em 1976, Hildebrandt foi um dos primeiros pesquisadores a considerar a influência dos ritmos biológicos no contexto da saúde humana. Segundo ele, ritmo e coordenação espaço-temporal são essenciais para promover ordem, regulação metabólica e adequação do gasto energético, abrangendo todo o processo de vida, desde a fecundação, crescimento, homeostasia e funções adaptativas.  

A Cronobiologia, disciplina que estuda os ritmos biológicos, globalmente divide esses ritmos em:

    1. Circadianos – periodicidade em torno de 24 horas (ex. vigília/sono).
    1. Ultradianos – periodicidade menor que 24 horas (ex. batimento cardíaco).
  1. Infradianos – periodicidade maior que 28 horas (ex. ciclo menstrual).

Na modulação desses ritmos, está o temporizador externo ou Zeitgebers –  estímulos que possibilitam o corpo humano a se adaptar aos ritmos externos. O ciclo claro/escuro é o principal, em que células fotossensíveis retinianas captam a informação luminosa e pelo trato retinohipotalâmico conduz ao núcleo supraquiasmático no hipotálamo e para a glândula pineal, que comandam os ritmos circadianos e infradianos, sobre a frequência cardíaca, temperatura corporal, níveis hormonais, sistema imune, parâmetros digestivos, entre outras tantas ações ritmo-dependentes.

Além disso, cada célula do corpo possui seu próprio ritmo circadiano, autossustentado, endógeno, controlado geneticamente e sem influência de estímulos temporais externos que são fundamentais para a saúde e integração do tecido de cada sistema. Tais ritmos são essenciais para o equilíbrio físico/químico da célula (sobretudo os ritmos de ondas curtas), como descrito na tabela 1.

Interessantemente, se remetermos aos primórdios do legado osteopático, a importância da ritmicidade biológica e dos ritmos de ondas curtas já havia sido descrita. No texto “A base fisiológica da lei terapêutica” escrito pelo osteopata John Martin Littlejohn em 1902, encontramos:

O ciclo vital está na dependência de vibrações. Ondas vibracionais passam através dos tecidos neurais, cerebrais e musculares. Não existe função corporal que não esteja sobre a influência de vibrações rítmicas ou peristalse (Littlejohn J. M., 1902).

Atualmente e corroborando com a descrição de Littlejohn, a ideia de que todos os parâmetros fisiológicos estão sujeitos às ondas oscilatórias rítmicas introduziu o conceito da Homeodinâmica (MOSER, FRUHWIRTH, KENNER, 2008), contrariando a ideia da Homeostase como indicador da manutenção dos parâmetros em estado constante. “A fisiologia humana é dinâmica, onde tudo está mudando com o tempo, mas não necessariamente na mesma proporção” (LITTLEJOHN, 1902).

Os tecidos possuem a capacidade de vibração reativa – movimentos estruturais e ultra estruturais produzidos por ondas oscilatórias ditadas ritmicamente (ritmos de onda curta). Os processos biológicos estão na dependência dessa frequência rítmica, pois a maquinaria bioquímica da célula demonstra a necessidade de estar em harmonia com o meio extracelular (MEC) em padrões ou atividades rítmicas. De forma simplificada, tais ritmos determinam a disponibilidade de nutrientes e remoção de metabólitos transportados no MEC e estabelecem o padrão qualitativo das trocas de informações com as células vizinhas, e também com as mais distantes em processos autonômicos e não autonômicos (JAEGER, GOODWIN, 2002).

As informações transportadas são carreadas em forma de sinais elétricos, químicos, gases, sons e luz (biofotons) pelo meio intersticial, estando o sistema conjuntivo fascial diretamente relacionado a essa função. O fenômeno oscilatório rítmico pode regular os sistemas físico, fisiológicos, químicos e mecânicos, na ordem de manter todo o sistema no equilíbrio essencial para a efetividade do mecanismo autocurativo. Assim, este é um dos mecanismos que possibilitam a ação dos processos imunológicos e de reparação na efetivação do processo autocurativo. Por outro lado, a quebra dos padrões rítmicos de todos os tipos pode induzir estados patológicos, como os descritos em pacientes portadores da síndrome de Burnout, depressão e câncer. Estudos epidemiológicos demonstram que, em trabalhadores noturnos, a incidência do câncer de mama aumenta 70{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} na mulher, e o câncer de próstata de 40{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} a 300{8ec6837f4d4c723f3ffbc53e0f9280463c3f97d684af52f5a27bd55996592354} (MOSER et al., 2006; KUBO et al., 2006; ERREN et al., 2008).

Desde o nascimento, estamos sujeitos a influências externas e internas, que induzem respostas compensatórias visando funcionalidade e performance. Se o corpo não consegue equilibrar essas influências disfuncionais será necessária sua adaptação, que é suportada pela regulação homeodinâmica dos vários ritmos corporais.

Em termos tissulares, o aumento na densidade local que acompanha as disfunções compromete o comportamento rítmico de expansão e retração do tecido, alterando sua fisiologia. Nessas situações, o processo autocurativo poderá ser interrompido ou lentificado, pois a ritmicidade extrínseca e intrínseca é essencial para a saúde do sistema e do indivíduo pelas razões já descritas. A restauração do ritmo intrínseco (ritmos de ondas curtas) e a orientação educativa para a harmonização do indivíduo com os ritmos circadianos e infradianos devem ser priorizadas no tratamento osteopático. Utilizando de sua capacidade palpatória, o osteopata pode identificar as alterações na densidade e na ritmicidade do tecido ou da estrutura em disfunção como elemento diagnóstico, e estimular sua restauração e coordenação como elemento terapêutico. Como Littlejohn (1902) já descrevia: “A potência do tratamento osteopático ocorre a partir de seu efeito sobre as oscilações fisiológicas”.

Princípios do tratamento osteopático sobre a ritmicidade tissular

Como descrito previamente, as células possuem ritmos oscilatórios intrínsecos que são essenciais para sua fisiologia e, segundo a filosofia osteopática, para o mecanismo autocurativo. No entanto, em termos das ações terapêuticas, outro conceito deve ser estabelecido – o Fulcro. Fulcro é um tipo de ponto de repouso, de apoio, uma concentração de potência através da qual um peso pode ser movido. O fulcro atua como um fator organizacional no direcionamento de forças e padrões de movimentos. Exemplos vão desde o ponto fixo de uma gangorra ou de uma alavanca até o “olho” do furacão.

O corpo humano possui muitos fulcros. O ponto de inversão dos biseis das suturas cranianas atua como fulcros dos movimentos ósseos do crânio, a articulação esternoclavicular atua como fulcro dos movimentos do membro superior, a sincondrose esfenobasilar atua como fulcro de variadas ações na base do crânio. Toda e qualquer estrutura ou tecido pode exercer a função de um fulcro, na medida em que pertencem a um sistema integrado, apoiando e equilibrando automaticamente a distribuição de forças e energia rítmicas em resposta às demandas externas e internas, equalizando assim as tensões recíprocas do corpo – são os Fulcros Funcionais. Os movimentos inerentes tissulares (expansão/retração), sua ritmicidade, os padrões de movimentos globais, as tensões e processos fisiológicos, são organizados por fulcros funcionais, essenciais para a saúde e o mecanismo autocurativo. Também já foram descritos fulcros espirituais e emocionais, nos quais apoiamos nossas crenças e nossa força interior.

Por outro lado, quando tensões tissulares anormais e restrições dos movimentos ocorrem, o padrão organizacional se torna assimétrico, são os Fulcros Disfuncionais, o deslocamento do ponto de apoio que sustenta o desequilíbrio tensional. Nessa situação, toda a dinâmica de fluxos informacionais se torna alterada, comprometendo os processos fisiológicos e autocurativos. Do ponto de vista emocional, um evento traumático pode gerar um fulcro qual será o centro de todo desequilíbrio comportamental e potencial gerador de doenças. Fulcros disfuncionais representam a história do indivíduo impressa no tecido, que, além dos efeitos locais, podem exercer influências sistêmicas.

Como abordagem terapêutica e a partir de uma análise palpatória especializada, o osteopata deverá localizar o fulcro disfuncional. Ao tocar o tecido, uma tensão direcional poderá ser percebida na direção desse fulcro (ponto de repouso da disfunção), que localizado, a atração neutraliza. Nesse ponto, uma densidade aumentada poderá ser notada, juntamente com a mobilidade reduzida e a pulsação lentificada ou enfraquecida. Esse ponto representa a estagnação do fluxo vital. Em termos práticos, o osteopata palpa o tecido, localiza o fulcro disfuncional e estabelece o fulcro terapêutico através das abordagens Biomecânicas ou Vitalistas. Na abordagem biomecânica do equilíbrio das tensões, o osteopata localiza o ponto onde ligamentos, membranas ou fáscias em disfunção estão na melhor relação tensional entre eles.

Esse ponto localiza-se entre a direção da facilidade e a direção da restrição da barreira do movimento. Na abordagem vitalista, o osteopata não se baseia nas barreiras de movimento, apreciando e acompanhando a tensão direcional do tecido. Nesse ponto, ou “ponto de equilíbrio das tensões membranosas”, a integração dos padrões anormais de tensão e energia são conduzidas a uma nova condição, possibilitando que as forças homeodinâmicas restabeleçam a atividade fisiológica local e sistêmica. O osteopata poderá perceber as reações do tecido sob suas mãos, tais como a dissolução da tensão e o retorno ou aumento de sua pulsação rítmica inerente, num misto de amaciamento e flutuação. A tensão equilibrada leva a resolução ou redução dos fulcros disfuncionais, possibilitando que as forças inerentes tissulares realinhem-se na direção dos fulcros naturais ou funcionais, restabelecendo os padrões de tensão, energia e ritmicidade do tecido, requisitos essenciais para a restauração dos sistemas de comunicação e consequentemente do mecanismo autocurativo

A terapêutica osteopática deverá então considerar e ser guiada sempre por aspectos conceituais, pois a utilização isolada de técnicas poderá não ser suficiente para atingir e ativar os mecanismos autocurativos ditados pela inteligência natural dos elementos que compõem o indivíduo em sua totalidade.

Escrito por: Prof Marcial Zanelli de Souza, DO, MRO(Br)

Referências Bibliográficas

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